quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A imagem e semelhança de Deus.

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, mas por que nos parecemos mais ao inimigo de nossas almas? A Palavra de Deus nos diz que ele veio para roubar, matar e destruir e nós muitas vezes agimos dessa forma com relação aos nossos irmãos, sejam eles sanguíneos ou não. Agimos assim com os amigos, vizinhos, colegas de trabalho e outros.

A Palavra de Deus diz: “Deus, portanto, criou os seres humanos à sua imagem, à imagem de Deus os criou: macho e fêmea os criou”. Gn 1-27. Após isso Deus nos abençoou e nos ordenou sermos férteis e que nos multiplicássemos. Essa multiplicação seria a partir da “Imago Dei”, criados a imagem e semelhança do Criador. Mas que semelhança? O que será que Deus, O Senhor, estava querendo dizer com isso? Que seríamos iguais a Ele em semelhança física? É provável que não. Não existe ninguém nesse mundo, nem nos tempos bíblicos que visualizaram Deus em sua imagem física. Nem Moisés, que esteve muito perto d’Ele no monte Sinai.

O Eterno Deus estava se referindo aos seus atributos. Alguns somente d’Ele e outros que Ele divide e comunica conosco. Os atributos que são somente d’Ele são a independência, onipresença, a onisciência, a onipotência, imutabilidade, eternidade, e a imensidade. 
1 – Onipresença – Jamais seremos onipresentes, pois não podemos como Deus, penetrar e ocupar o universo em todas as suas partes. O Senhor enche os céus e a terra e não está distante de cada um de nós, pois n’Ele nos movemos e existimos. At. 17-27.
2 – Onisciência – Nunca seremos oniscientes, pois somente Deus conhece todas as coisas com perfeição tanto as presentes quanto as futuras. E isso definitivamente não cabe a nós, seres limitados. Deus conhece toda a sua criação, pois Ele sabe o número das estrelas e seus respectivos nomes: “Ele fixa o número das estrelas, a cada uma dá um nome”.  Sl 147-4. Só alguém com poder e inteligência tão grandiosos pode realizar tal proeza.
3 – Onipotência – E, também não somos, nem seremos onipotentes, pois só Deus pode fazer todas as coisas, que são objeto de seu poder. Foi Ele quem deu forma ao mundo quando disse: “Haja luz e houve luz”. Gn 1-3.
Esses são alguns dos atributos que o Senhor Deus não compartilha com ninguém. São incomunicáveis. Porém, existem outros atributos que O Senhor Eterno e imutável, em sua infinita bondade nos comunica. São os da veracidade e fidelidade. O Senhor deseja que falemos a verdade, porque Ele é verdadeiro conosco, é fiel, e também exige que sejamos fiéis a Ele. Divide também conosco a misericórdia e a bondade, a justiça e a retidão. O Senhor é misericordioso para conosco, mesmo que nós O tenhamos desobedecido e que tenhamos nos oposto a vontade Dele. É bondoso em todo o tempo e nos transmite esse atributo, que na verdade é o princípio eterno de Sua própria natureza.
O Senhor é justiça e deseja que também sejamos justos e que andemos em retidão. A justiça de Deus O leva a punir quem O desobedece. Ele também nos comunica os atributos do amor, do conhecimento, da veracidade, fidelidade, graça, paciência, paz, zelo, bondade, justiça, sabedoria, retidão ou santidade.
A Santidade é onde se alicerça os atributos de Deus. E Ele também nos pede para sermos santos. “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. I Pe 1-16.
É através desses atributos que nos tornamos imagem e semelhança de Deus, não através da imagem física.
Que possamos demonstrar a todos, os atributos que o Senhor Deus bondosamente divide conosco. Que possamos ser bondosos, misericordiosos, fiéis, justos e acima de tudo, que possamos buscar cada vez mais santidade.
Honra e glória somente a ti, Senhor!


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A boca fala do que está cheio o coração, mas nem sempre.

A Palavra de Deus no Evangelho de Mateus 12 no verso 34, diz que a “boca fala do que está cheio o coração”. Jesus está se referindo a pessoas honestas e não aquelas que são dissimuladas. Se o coração está cheio de raiva, mágoa e ressentimento, a boca falará coisas desagradáveis, e o que é dito refletirá isso. Se a pessoa está alegre, feliz e com o coração amoroso, sua boca também falará coisas que fazem jus ao que o coração está sentindo. A Palavra de Deus não se contradiz, pois Jesus em sua infinita bondade está se referindo aos que prezam a verdade e não se deixam levar pela falsidade e pela mentira.
Muitas vezes as pessoas dizem que nos amam e no fundo de seus corações não estão dizendo a verdade. Podem até estar cheios de raiva e frustração porque deixamos de fazer algo que elas aguardavam ou exigiam. Quando se trata de familiares, é a mesma coisa. Quando deixamos de realizar a vontade de algum familiar, eles se sentem tão frustrados que são capazes de nos odiar, nem que seja momentaneamente. E aí quando abrem a boca para dizer “eu te amo”, podemos ter a certeza de que não é verdade. Ninguém pode estar amando alguém, quando está com raiva dela. No Evangelho de João 17, Jesus diz: “Que eles sejam teus por meio da verdade; a tua mensagem é a verdade”. E, em Mateus 5, Jesus deixa bem claro que: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna”.
Um excelente exemplo sobre esse assunto está em Mateus 26, quando Jesus disse a Pedro que ele o negaria três vezes. Pedro respondeu: “Eu nunca abandonarei o Senhor, mesmo que todos o abandonem”. Mt 26-33.

Pedro em seu coração, jamais desejou negar ao Senhor Jesus, porém quando se viu pressionado e com medo de ser preso, negou-o por três vezes como havia dito o seu Mestre. Quando estamos com raiva de alguém e dizemos palavras bonitas “da boca pra fora” utilizando a mentira, estamos tendo Satanás como o nosso deus, pois o mesmo é o pai da mentira. “Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”. Jo 8-44.

Esse é o grande desafio do cristão, ser honesto o tempo todo. Honesto em seu coração, em seu falar e proceder, pois: “Toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”. Mt 12.36-37. Que possamos prestar mais atenção àquilo que está em nosso coração, para que não venhamos a ser condenados por nossas palavras.

 Honra e glória somente a ti, Senhor!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A raiva do ser humano e a misericórdia de Deus. Uma analogia com o livro de Jonas - Parte II.

Em outro texto foi feita a comparação da desobediência de Jonas quando não deu ouvidos ao que o Senhor Deus o havia mandado fazer. Todos nós, que lemos a Bíblia, mais precisamente o Antigo Testamento sabemos, que por ter desobedecido, ele foi engolido por um grande peixe e que depois de pedir ajuda ao Senhor, foi vomitado e obedeceu, pregando para o povo de Nínive, que se arrependeu de seus maus caminhos.

As semelhanças do livro de Jonas com os dias de hoje, não são somente na desobediência. Ele se irou e se queixou de que o Senhor era misericordioso, paciente e bondoso e que poupou a cidade de Nínive. Jonas não gostou nada da situação. Desejou morrer. Ao sair de Nínive ele construiu um abrigo e sentou-se à sombra, esperando para ver o que aconteceria com a cidade. Em outras palavras ele gostaria que acontecesse o pior com a cidade de Nínive. 

Vendo que tudo estava bem, continuou sentado embaixo de uma planta que o Senhor havia feito crescer, para que ele se sentisse mais confortável. Porém, no dia seguinte, a planta morreu por permissão divina. Esse dia foi muito mais quente que o anterior e o sol era intenso. Ele quase morreu por causa do calor. Jonas quis morrer, enraiveceu-se por causa da planta. Ele sentiu tanta raiva que preferia morrer a ficar queimando ao sol.
Nos dias de hoje também sentimos raiva de pequenas coisas que nos acontecem. Iramos-nos por qualquer coisa. No trânsito, com nossos filhos, amigos, colegas de trabalho, familiares, enfim por qualquer coisa que fuja ao nosso controle. Isso gera um estresse muito grande que pode nos levar a adoecer. Na realidade, deixamos que o ódio tome conta de nosso coração. Precisamos perceber que os caminhos que Deus traça para nós são perfeitos e que não devemos enfrentar frustração e algumas vezes muita dor, caso queiramos seguir por nós mesmos sem o aval de Deus.
Que o Senhor nos ajude a aceitarmos a Sua ajuda e que possamos nos colocar à Sua disposição para que Ele direcione as nossas vidas em todos os aspectos. “O Senhor é bondoso e misericordioso, não fica irado facilmente e é muito amoroso”. Sl 103-8.
Honra e glória somente a ti, Senhor!




sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Enfim, chegou o ano novo!

Esse é mais um ano que Deus em sua infinita misericórdia nos concede. Aparentemente tudo segue como antes, mas se nos aprofundarmos bem nessa história de ano novo, constataremos que tudo vem de Deus, e que muitas pessoas conhecidas e desconhecidas não tiveram o privilégio de adentrar ao ano que começou. Algumas pessoas comparam o ano novo a um livro sem nada escrito onde deveremos escrever coisas novas e edificantes que realizaremos ao longo do ano que começa. Que devemos deixar para trás tudo o que de ruim fizemos e reescrever nossa história muito melhor que a anterior.
Em nosso caso, gostamos de comparar o ano novo a um bebê recém- nascido que exige muitos cuidados. Um bebezinho necessita de cuidado vinte e quatro horas. Precisa ser acalentado, alimentado na hora certa com o alimento certo, tomar banhos frequentes com a água em temperatura adequada à sua pele delicada, usar pomadinhas para evitar a assadura, vestir roupas limpas, dormir bem e em lugar adequado, não deve pegar ventos ou passar frio ou excesso de calor, tomar todas as vacinas, e muito, muito mais.


            A criança pequena exige muito dos pais. Assim devemos nos cuidar  no ano que começa. Como uma criancinha, devemos nos presentear com excessos de cuidado. Cuidar da alimentação, da saúde física, mental, emocional e espiritual, porque se esquecermos de algum desses quatro itens, esse cuidado será incompleto. E, não se trata de egoísmo, se não nos cuidarmos, como poderemos cuidar dos outros? Se tínhamos algum vício prejudicial, devemos fazer algo para parar, se comíamos em excesso, devemos comer menos e praticar atividades físicas. 
A Palavra de Deus nos diz que devemos amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Se não nos amarmos como poderemos amar ao próximo? Se tivermos todos esses cuidados conosco, passaremos os trezentos e sessenta e cinco dias do ano com total tranquilidade. Se acrescentado a isso tivermos mais tolerância, menos arrogância, mais amor ao próximo, mais mansidão e domínio próprio, perdão, menos ira, mais alegria, mais oração e mais simplicidade no viver, quase chegaremos à perfeição, pois teremos passado um ano com muita paz. E, na verdade é disso que precisamos saúde e paz.  Que possamos prestar mais atenção as Palavras de Jesus durante todo o ano.
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo, e a paz de Deus que excede todo entendimento guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus durante todo o ano que começa”. Mc 12-31, Fl 4-7.
Honra e glória somente a ti, Senhor!



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O excesso de álcool nas festas de fim de ano.

O Apóstolo Pedro em sua primeira carta, no capítulo quarto, exorta a que alguns judeus que foram expulsos de Jerusalém e se encontravam espalhados por diversos pontos da Galácia, Capadócia, Ásia e outros, a não cometerem pecados contra seus próprios corpos. 

Um desses pecados é a embriaguez e as bebedeiras. “No passado vocês já andaram bastante nas coisas pecaminosas que os ímpios apreciam e que levam a outros pecados terríveis – o pecado do sexo, a imoralidade, a embriaguez, as orgias, as bebedeiras e a adoração dos ídolos.” I Pe 4-3. 
Será que existe diferença entre essas duas? Toda embriaguez começa com as bebedeiras, porém, nem toda bebedeira causa embriaguez. Contudo, tanto uma quanto a outra, desmoraliza o homem que as praticam. E, não estamos falando de ímpios, sejam eles ateus, hereges, incrédulos ou coisa parecida. Estamos falando dos cristãos que acham que podem tomar só um “vinhozinho”, uma “cervejinha” gelada, pois está calor, “um conhaquezinho” para esquentar do frio, tudo usado no diminutivo, justamente para diminuir o ato, e torná-lo um pouco mais viável, ou quem sabe, transformá-lo em um “pecadinho”.
Será que Deus se agrada disso? É certo que não. Tudo começa com um “copinho” ali, outro acolá, depois o vício toma conta e já não se vive mais sem o álcool.  Depois da bebida alcoólica, outros vícios podem advir e toda a vida de oração e trabalho para Deus estarão perdidos, pois ninguém pode servir a dois senhores.  Vícios não combinam com Deus de forma alguma. Como diz Pedro em sua carta, um pecado puxa outro e quando vemos, já não dá mais tempo para frear os erros cometidos. 
As festas de fim de ano estão próximas, e com elas muita bebedeira e embriaguez. Não ingerir bebida alcoólica é o único meio de se evitar mortes e sofrimentos causados por diversos tipos de acidentes.
A nossa oração de hoje é que não venhamos a participar desse tipo de coisa, que sejamos íntegros sem ter nada do que nos envergonhar, pois: “Lembrem-se apenas de que eles terão de enfrentar o Juiz de todos, dos vivos e dos mortos; e eles serão castigados pela maneira como têm vivido”. I Pe 4-5. E, para isso é bom que vivamos o resto de nossas vidas aqui na terra de acordo com a vontade de Deus, não nos deixando dominar pelas paixões humanas. I Pe 4-2
Que o Senhor nos ajude a dizer não a bebida alcoólica e a tudo o que possa nos desmoralizar perante Deus e os homens.
Que possamos nos embriagar somente de Deus e da Sua Palavra.
Honra e glória somente a ti, Senhor!



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Jesus nasceu! Aleluia! E, está em nosso meio!

Natal significa nascimento. Especificamente, nesse dia comemora-se o nascimento de Jesus Cristo o Filho de Deus. É a festa que celebra a Natividade daquele que veio a esse mundo por causa de muitos. Não veio para ajudar a nos salvar, pois não podemos livrar a nós mesmos do pecado e de suas consequências. Ele é a salvação. Ele é o nosso salvador que nos livrou do poder do pecado e do castigo. “E el
a dará a luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Mt 1-21. Foi só pelo Seu nascimento e morte que voltamos ao estado da Graça, que nascemos de novo e tivemos uma chance de novamente sermos feitos filhos de Deus.
A nossa oração de hoje é que possamos reconhecer o verdadeiro espírito do Natal, que saibamos dar honra aquele que deu a sua vida por nós, o que nos dá a oportunidade de sermos salvos todos os dias. Jesus é o nosso legítimo Pastor, “Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do SENHOR, na majestade do nome do SENHOR, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque, agora, será ele engrandecido até os confins da terra.” Mq 5-4.
            Jesus é o nome que é sobre todo nome e “Este será a nossa paz” Mq 5-5. Jesus é a nossa paz a que excede todo entendimento. É disso que necessitamos todos os dias. Que nesse Natal possamos honrar a quem é digno de toda honra: Jesus Cristo O Filho de Deus.
            Jesus nasceu Aleluia!
           Honra e glória somente a ti, Senhor!

           

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Obediência ou desobediência? Qual é o seu destino Társis ou Nínive? Uma analogia com o livro de Jonas.

Jonas, profeta do Deus único, foi intimado a levar a Palavra ao povo de Nínive, povo desobediente e pecador. Jonas se negou a dirigir-se a Nínive e seguiu rumo à Társis. Não desejava pregar ao povo pecador de Nínive a sua destruição em quarenta dias. Depois de ter passado por muitas provações e ter ido parar na barriga de um enorme peixe, depois de três dias, percebeu que deveria realizar aquilo o que Deus lhe ordenara. Pediu ajuda a Deus, foi salvo, e obedeceu. Depois que Jonas avisou que a cidade seria destruída, todos ouviram, jejuaram, sentaram-se sobre cinzas vestindo roupas de panos grosseiros, incluindo o rei da cidade e esperaram que Deus o Senhor mudasse de ideia e não os destruísse. 
No final do livro de Jonas Deus lhe deu uma enorme lição de suprema bondade, a de querer salvar mais de cento e vinte mil crianças inocentes e também muitos animais após seu arrependimento: “Então eu, com muito mais razão, devo ter pena da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil crianças inocentes e também muitos animais”. Jn 4-11.

            O Senhor Deus criador dos céus e da terra, não é limitado por concepções equivocadas como nós suas criaturas. Muitas vezes nos aborrecemos e nos irritamos ao ver o ímpio prosperar, pois limitamos e reduzimos a graça e a misericórdia divinas a nós mesmos. O interesse de Deus, O Senhor, não é limitado, ele se estende a toda à criação, incluindo os animais. Ele concede a Sua infinita misericórdia em qualquer lugar e a quem quiser.
Jonas quis fazer as coisas a seu modo e sofreu os resultados. Todos nós possuímos o direito de escolher e seguir os nossos próprios caminhos sem a participação de Deus, colher dolorosas consequências ou realizar tudo de acordo com aquilo que Deus quer que façamos e colher as bênçãos advindas dessa decisão.
Resumindo: Somos obedientes e seguimos em direção a Nínive ou preferimos quase nos afogarmos ou morrermos dentro da barriga de um peixe grande, desobedecendo, escolhendo Társis? O que preferimos Nínive ou Társis? Obediência ou desobediência? Eis a questão.  A história desse livro nos serve e muito ainda nos dias de hoje.
            Que o Senhor nos ajude a sempre escolhermos as alternativas que vêm d’Ele, para que possamos receber ajuda e as bênçãos que advém da obediência.
            Honra e glória somente a ti, Senhor!


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