sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Jesus, Nome sobre todo Nome!

Logo após silenciar o mar revolto pelo vento forte, Jesus e seus discípulos foram para a região dos gadarenos. Lá chegando veio ao encontro deles um homem possuído por um espírito imundo.

Em seguida Jesus encontrou Jairo, que era o principal de uma das sinagogas da cidade, profundamente triste porque sua filha de doze anos estava gravemente enferma.
Suplicou a Jesus que curasse sua filha. Jesus atendeu ao seu pedido. No caminho para a casa de Jairo, Jesus curou a mulher do fluxo de sangue. Alguém que padecia havia doze anos de hemorragia. Essa mulher havia gastado todo o seu dinheiro com remédios e viu em Jesus sua última chance de cura.


Mesmo sem forças ela se aproximou de Jesus e tocou com muita fé num pedaço de Seu manto e ficou curada.


Seguindo adiante, alguns homens vieram ao encontro de Jesus e avisaram que a filha de Jairo havia morrido. Jesus nem ouviu. Seguiu para a casa de Jairo e ressuscitou a menina, dizendo que ela apenas dormia.

Jesus Cristo era infinitamente misericordioso e realizava os milagres que achava necessário, mesmo que isso o tornasse “impuro”. Segundo as leis daquele tempo, um homem que tocasse um endemoniado, uma mulher perdendo sangue e um morto, estava impuro e tinha que se purificar antes de qualquer coisa.

Jesus não se preocupou com isso, e sim com a realização dos milagres e a libertação daquelas pessoas do sofrimento. Pela lei dos homens daquela época, Ele não deveria ter agido daquela forma. Ele não se preocupou com nada disso, pois a lei de Jesus é o amor.
Ainda hoje Ele age dessa mesma maneira. Basta apenas que creiamos que isso é possível. “Não temas, tão somente continue crendo”. Mc 5-36.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!


domingo, 3 de dezembro de 2017

Por que vigiar e orar mais em dezembro?

Um dia desses, ouvindo músicas natalinas, fui transportada ao meu tempo de criança quando eu aguardava com ansiedade que o mês de dezembro chegasse. Era emocionante esperar pelos presentes, a montagem da árvore de Natal, as comidas deliciosas que iriam compor a mesa. Enfim, era tudo alegria em meu coração de criança. Para mim, ninguém adoecia nem morria nesses dias. Mas, eu sabia o que realmente seria comemorado: o nascimento de Jesus, e isso me alegrava. Sempre amei o mês de dezembro.

Hoje, já adulta, e bem adulta, diga-se de passagem, comecei a observar o outro lado do mês de dezembro. Percebi que é um mês em que devemos praticar o que Jesus diz em Sua Palavra: “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca”. Mt 26-41.

Jesus estava se referindo a batalha que enfrentaria. Dirigiu-se ao Getsêmani para orar e pediu que os discípulos orassem com Ele. Os discípulos dormiram e não vigiaram com o Mestre nem por uma hora.

Nossa batalha não tem nada a ver com a que Jesus enfrentou. Nada nesse mundo pode se assemelhar ao que Ele padeceu. Mas, esse alerta serve para nós, nesses dias de festas de Natal e Ano Novo.


Por deixarmos que nossa fraca carne se sobreponha ao espírito, nessa época, gastamos mais do que temos e ficamos endividados, bebemos muito mais do que nosso fígado pode suportar, nos estressamos ao ponto máximo para atender a todos os detalhes das festas que virão. Na verdade, não é essa a comemoração que Cristo esperava de nós. O nascimento d’Ele foi algo magnífico, porém de uma simplicidade gigantesca. A primeira cama em que Cristo dormiu foi uma manjedoura, uma espécie de tabuleiro onde se colocavam a comida dos animais, dentro de uma estrebaria, local onde se guardavam animais e seus pertences. Não existe simplicidade maior.

Devemos vigiar e orar sempre, porém, é nessa mesma época em que estamos alegres e felizes que abrimos a nossa guarda ao inimigo de nossas almas. O que anda em derredor de nós, procurando nos aniquilar. I Pe 5-8. Ele deseja destruir a alegria de nosso coração, a nossa felicidade. É também nessa mesma época que as pessoas mais ingerem bebidas alcoólicas e cometem os atos mais bárbaros, tudo em nome das festividades e dos recessos a que fazem jus. Esquecemo-nos de verdadeiramente comemorarmos o nascimento de Cristo Jesus, aquele que não tinha onde recostar sua cabeça: “E disse Jesus: As raposas têm suas tocas, e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça”. Mt 8-20.

            Que possamos verdadeiramente, comemorar o nascimento de nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo, com alegria, amor e simplicidade o que com certeza O alegrará, porém, nunca nos esquecendo de suas recomendações: “Vigiar e orar, fortalecendo o espírito em detrimento da carne, através da oração”.


Honra e glória somente a ti, Senhor!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Finalmente dezembro chegou!



E dezembro chegou com todos os seus encantos. Mês de festas, recessos no trabalho, férias escolares, lojas coloridas e enfeitadas com imagens convidativas aos gastos astronômicos, tudo em nome dos presentes que teremos que dar aos amigos, familiares e outros. 

A Primavera ainda reina entre nós, e por isso muitas flores ainda estão brotando e ficando cada vez mais bonitas. Esse mês possui um encanto mágico, porém, real. Ainda podemos sentir o cheiro das flores pairando no ar.

É no Natal que comemoramos o nascimento de Jesus. Deus que chega a esse mundo, não ontem, nem amanhã, mas agora. O Deus presente que está e estará sempre no meio de nós, bastando apenas que o deixemos fazer morada em nossos corações. Tudo passará um dia, mas Ele e a Sua Palavra nunca passarão. Ele é o nosso refúgio em momentos de sofrimento e desilusões que tivemos ao longo do ano que se finda. Quando não sabemos nem por onde começar, Ele vem em nosso auxílio e nos ajuda a fechar bem o que não estava dando certo.

Jesus é socorro sempre presente em nossas angústias e adversidades. Ele nos fortalece, porque nos ama acima de tudo. Acima de nossas falhas, de nossas injustiças, de nossa falta de amor ao próximo. “Os olhos do Senhor contemplam os justos, e seus ouvidos estão atentos ao seu clamor por socorro”. Sl 34-15. 

A Palavra de Deus deixa bem claro que o zelo do Senhor é para com os que são justos, ou seja, os que são Seus aliados.

Fiquemos atentos às comemorações de Natal. Muito mais do que os presentes que daremos ou que ganharemos, pois tudo isso dura muito pouco. Foquemo-nos em nosso espírito que é eterno, e no que realmente tem importância e valor, que é a nossa saúde física e mental. Invistamos nisso, pois ao longo do ano é disso que precisaremos.

A vida continua da mesma forma que parou nos recessos de Natal e Ano novo. E, precisaremos de muita energia para continuá-la de onde parou, principalmente para trabalhar e poder pagar todos os gastos que fizemos.

Que venha dezembro com muita paz, alegrias, saúde, amor. E nenhum estresse. Que o Senhor Jesus nos ajude a que isso seja possível, pois para Ele tudo é. 
Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!

Honra e glória somente a ti, Senhor!


terça-feira, 21 de novembro de 2017

O lugar secreto da oração!


Jesus nos diz que devemos orar em secreto e não, nos expormos em público para agradar a quem está por perto. No Evangelho de Mateus Ele reprova os líderes religiosos que gostavam de orar publicamente para serem vistos como “santos” o que era um modo de chamar a atenção dos outros.

Jesus vendo essa intenção distorcida de se promoverem os ensinou que a melhor forma de orar era em particular, dizendo: “Quando orares, não sejas como os hipócritas, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará”, ou como está na Bíblia em linguagem contemporânea: “É assim que eu quero que vocês façam: encontrem um local tranquilo e isolado, de modo que não sejam tentados a interpretar diante de Deus. Apenas fiquem lá, tão simples e honestamente quanto conseguirem. Desse modo, o centro da atenção será Deus, não vocês, e vocês começarão a perceber a sua graça”. Mt 6.5-6.

A essência da oração não é que todos vejam que somos “santos”, a importância de orar, está na comunicação particular e direta de quem ora, com Deus. A oração em público é boa e eficaz, porém existem os momentos para isso. Quando observamos que quem está orando em público, está apenas querendo se promover; podemos concluir que elas não estão se dirigindo verdadeiramente a Deus.

Quando agimos dessa forma, o fim a que se destina a oração não é justo, não é para a glória de Deus, e sim para a glória do orante, e com certeza não vai agradar a Deus. Não prepara o homem para receber a Graça do Senhor e muitas vezes é ofensivo.

Oração significa comunhão com Deus, e se quando oramos falamos de Deus, de nós mesmos, de nosso relacionamento com Ele e tudo o que está nos afligindo, é coerente que venhamos a estar a sós com Deus.

A Bíblia Sagrada nos diz que é nossa responsabilidade orar para que aquilo que pedimos aconteça. Não é responsabilidade de terceiros, principalmente se estivermos bem e com saúde. A oração só deve ser feita por outras pessoas, quando estamos impossibilitados de orar.

Oramos porque somos dependentes, precisamos d’Ele e para termos comunhão com Ele.
Deus O Senhor, usa de meios humanos para a realização de seu plano eterno para nossas vidas, e a oração é sem dúvida um dos mais poderosos e eficazes, pois pedimos diretamente ao Deus Todo-Poderoso que aja em nosso favor.

A oração em secreto não gera ansiedade, nem preocupação, pois não estaremos preocupados em orar da forma certa, que agrade a quem está ouvindo. É como se estivéssemos num lugar secreto e seguro, onde podemos falar tudo o que está guardado em nossos corações.

O que dizemos a Deus é particular. Podemos dizer até aquilo que fizemos e que não nos causou nenhum orgulho de termos feito. Podemos falar das pessoas difíceis com quem convivemos e até das piores coisas que fizemos e pedir que Jesus nos transforme.
Só orando em secreto, nos sentiremos seguros para pedir a transformação de nosso caráter, em pedir ao Senhor que nos dirija em tudo o que devemos realizar e isso, nós nunca conseguiríamos sozinhos, só através da oração sincera e da Graça do Senhor em nossas vidas.


Honra e glória somente a Ti, Senhor!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

A inveja não é de Deus!



É muito triste quando percebemos que as pessoas não se alegram com as nossas vitórias. A coisa se torna ainda pior, quando percebemos essa atitude partindo de nossos próprios familiares. Aqueles que deveriam torcer por nós, não só não torcem; como também, invejam e torcem contra a tudo o que alcançamos ou que ainda poderemos alcançar. A essa coisa perigosa e nociva, damos o nome de inveja.

Às vezes desejam o que temos; o que somos; nossas atitudes, bens, atos, amigos, filhos, família, situação financeira, o grau de estudo que conseguimos; os nossos esforços etc. Muitas pessoas são tão invejosas, mesmo sabendo o quanto ruim é ser assim.

Conheço pessoas que enfrentam esse problema vindo dos familiares, desde que nasceram. Tudo começou desde o nascimento delas por parte de pessoas consaguíneas, sangue de seu sangue. Por isso, costuma-se dizer que sangue não quer dizer nada. Muitas vezes não encontramos em um estranho que se torna amigo, tais atitudes que acontecem por parte daqueles que deveriam se alegrar e comemorar cada vitória que alcançamos.

Normalmente, são pessoas amargas de corações embrutecidos, duros, impiedosos e inflexíveis. Não sabem perdoar, reclamam de tudo, são infelizes por qualquer coisa, nunca estão satisfeitos com nada, não deixam o outro falar, as conversas com essas pessoas, não passam de monólogos, sempre estão certas, são aqueles que “nunca” erram e nunca querem fazer nada para melhorar. Sempre desejam que tudo “caia do céu”. Usam as pessoas enquanto podem tirar algum proveito delas. Sair da zona de conforto, nunca!

Já conheci pessoas que se dizem convertidas a Jesus Cristo, que possuem corações lotados de inveja e vontade de ter tudo o que o outro tem. Contudo, não existe conversão quando alguém age dessa forma. O que existe, é apenas uma conversão da boca para fora.
Jesus foi entregue a Pilatos por inveja dos sacerdotes da época. “Porque sabia que por inveja o haviam entregado”. Mt 27-18. Jesus de Nazaré, O Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, passou por isso.

Salomão em seu livro dos Provérbios também afirmava: “O sofrimento sadio e a paz de espírito é vida e saúde para o corpo, mas a inveja corrói como o câncer”. Pv 14-30.

No Evangelho de Marcos, Jesus diz: “Pois é de dentro do coração dos homens que procedem aos maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios, as ambições desmedidas, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a difamação, a arrogância e a insensatez. Ora, todos esses males procedem do interior, contaminam a pessoa humana e a tornam impura.” Mc 7.21-23.

Especificamente nesse texto estamos falando da inveja, que no grego original quer dizer: “olho mau”, cujo sentido não é apenas o desejo ardente pelas posses de outrem, mas igualmente a falta de generosidade, o que quer dizer: aquele que é “pão duro”.

Sentir inveja é um pecado consciente, intencional, e que persiste, apesar da pessoa saber que não deveria agir dessa forma. Por isso Jesus disse que o pecado não é o que entra por nossa boca, e que nem deixar de lavar as mãos para comer é pecado, pode ser anti-higiênico, mas não é pecado. A inveja procede do coração, e nos torna impuros.
Invejar o outro é pecado. Alguns cristãos sabem que não devem agir assim, mas agem continuamente.

O Apóstolo Paulo também passou por isso, quando decidiu transmitir seus ensinos aos pagãos. Quando os judeus viram que Paulo estava cercado por uma multidão, também tiveram inveja. “Entretanto, quando os judeus observaram a multidão ficaram tomados de inveja e, de forma desrespeitosa e ultrajante, contradiziam o que Paulo pregava.” At 13.45.

Não foi diferente quando ele esteve junto aos romanos. Esse povo começou a praticar tudo o que era reprovável, porque suas mentes estavam depravadas, por terem desprezado e se afastado dos conhecimentos de Deus. “Estão empanturrados de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malignidade.” Rm 1-29.

É dessa forma que age o invejoso. Tudo o que os outros dizem está errado, só o que eles dizem está correto, mesmo que isso envolva a Bíblia Sagrada. Interpretam-na da mesma maneira que eles costumam racionalizar seus erros.

O afastamento de Deus produz um tipo de predisposição intelectual condenável, que é quando existe uma facilidade de surgirem ideias ou intenções sempre cada vez mais hostis à vontade de Deus e ao bom senso, que todos devemos ter. Com a inveja não é diferente.

Normalmente os invejosos aplaudem o erro e o mal cometido por seus semelhantes. Essas pessoas normalmente não chamam a atenção dos filhos para brincadeiras desagradáveis que eles venham a fazer com outras pessoas.  Nem para as grosserias que também possam vir a fazer com os mais velhos e com qualquer pessoa. Os filhos aprendem a ser como os pais são. Crescem ouvindo seus pais falando mal dos vizinhos, familiares e de tudo.

Essas pessoas se esquecem que é necessário se alegrar com as bênçãos que os outros recebem porque, com certeza ele também será abençoado. Felizmente, nem todos são assim! Ainda podemos ver famílias unidas que se amam e se respeitam e se alegram com as conquistas dos seus.

Que o Senhor ajude a essas pessoas a que se arrependam para que alcancem a Sua bondade, graça e a misericórdia que tem como objetivo principal aqueles que se arrependem dos atos pecaminosos que praticaram.


Honra e glória somente a Ti, Senhor!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O estresse nosso de cada dia. Ele pode nos matar!


Um dia desses durante uma caminhada matinal, pude observar algumas pessoas, os animais, e toda a natureza que estava a minha volta. E, posso dizer que era uma natureza bela e muito presente por onde andei.
Quando estamos bem internamente tudo flui com naturalidade e os pensamentos também fluem com muita docilidade e sensibilidade. Ficamos sensíveis as coisas boas e belas que nos rodeiam.
            Quando estamos estressados isso não acontece. Os pensamentos ficam anuviados, entristecidos e a docilidade juntamente com a sensibilidade somem. Só nos restam um “ensombramento” e o entristecimento, tão típicos do estressado e/ou deprimido.
            As pessoas passeavam com seus cachorros. Outras faziam compras na feira, supermercado, outros entravam e saíam da banca de revistas.
As árvores estavam floridas, as frutíferas, como as mangueiras, jaqueiras, amoreiras e as romãzeiras, e calmamente esperavam a época da transformação das flores em frutos. Ventava um pouco, porém, uma brisa super agradável. Tudo parecia belo e tranquilo, exceto pela fisionomia das pessoas que estavam ao meu redor. Raras estavam fisionomicamente alegres.




A maioria tinha rugas na testa, na boca, mesmo as mais jovens. Era notório o estresse que estavam enfrentando. Aparentavam estar passando por um desgaste físico, emocional e até espiritual, porque quando um desses não está bem, os três sofrem.
Vendo tudo isso, comecei a pensar nas pessoas que conheço e também as que não conheço, portadoras do mal de Alzheimer. Todas são muito tranquilas, exceto as que já estão com a doença em fase muito avançada.
As que estão em fase inicial, são estáveis, comem bem, dormem, são fortes fisicamente, mesmo com mais de setenta ou oitenta anos. Mas por que elas estão desse jeito em um mundo tão conturbado onde as pessoas andam tão estressadas? A resposta é: elas não se lembram mais dos sofrimentos que o mundo vem passando com o desemprego, fome, doenças que estão voltando e que antes estavam desaparecidas, não enfrentam mais as brigas domésticas, não se preocupam mais com problemas financeiros, tudo por não se lembrarem mais de nada, ou seja, não enfrentam mais o estresse diário. Elas engordam, comem e ficam bem, mesmo enfermas.
Cada vez mais acredito na mortalidade que o estresse pode nos causar e no quanto ele é nocivo para nossa saúde. Se não fizermos algo para brecar o nível de estresse de nossas vidas, poderemos adoecer muito gravemente. É provável que o excesso de estresse, também possa levar as pessoas a adquirir a mesma doença que faz com que elas não sofram mais de estresse que é o mal de Alzheimer. Por isso devemos buscar tudo o que pode nos livrar dessa doença.
Uma das coisas que podemos fazer para isso é praticar as Disciplinas Espirituais, que estão ao nosso dispor.
E disse Jesus Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” Mt 11.18. É simples e eficaz.
O Salmo de Davi de número cinquenta e cinco diz: “Mas eu clamo a Deus, e ele me socorrerá.” Sl 55.16.
Basta clamar, basta pedir! “Bendito seja Deus, que não se fez de surdo, mas ficou do meu lado, não rejeitou a minha oração, nem desviou de mim a sua misericórdia, porque me ama e é leal!” Salmo 66-20.
A oração é uma dessas práticas. A solidão e o silêncio para estar com Deus, também são.
A contemplação das maravilhas do que está a nossa volta e do que Deus faz por nós, também. Quando jejuamos por alguma causa, quando lemos um versículo bíblico e meditamos nele, também.
Quando ajudamos ao próximo de alguma maneira, também. Enfim, existem muitas formas de exercitarmos essas práticas que tanto bem farão a nós. E, não é somente esse o objetivo de praticar Exercícios Espirituais.
O motivo mais importante é podermos estar com Deus. Mais próximos, nem que seja por alguns minutos durante o dia. É darmos a chance de que Ele se aproxime mais de nós e fale conosco. Podemos treinar os nossos ouvidos para ouvir quando o Senhor fala conosco. Isso é uma bênção. E pode ser obtido por qualquer pessoa, desde que pratique essas Disciplinas.
Bastam apenas alguns minutos por dia. O estresse diminuirá, os batimentos cardíacos estarão dentro da normalidade e como consequência disso a pressão arterial também se normalizará, conseguiremos dormir melhor, comer com moderação, ficaremos mais calmos e solidários, a bondade voltará a fluir em nós, e acima de tudo, estaremos mais próximos de Deus, aqui mesmo onde estamos.
Nossa casa passará a ser a morada do Senhor, onde Ele se encontrará conosco todos os dias. O Espírito Santo nos direcionará cada vez mais para que venhamos a realizar somente as coisas que agradem a Deus. Que nos edifiquem e também a outros. Como tudo na vida, é só começar!
Que o Senhor nos ajude a que consigamos erradicar o estresse de nossas vidas.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

terça-feira, 13 de junho de 2017

Não chores!



A cidade de Naim fica na região da Galileia, a um dia de viagem a pé de Cafarnaum. Era uma vila muito pobre, onde pequenos agricultores viviam das plantações de azeitonas, uvas, figos, do cultivo do trigo e da criação de animais em suas encostas. Aquele lugar era um lugar bom de viver, e foi nessa cidade que Jesus realizou um de seus mais maravilhosos milagres. 





Um dia, Jesus passava por essa cidade, quando se deparou com um enterro. Era o único filho de uma viúva que havia morrido.  Ser mulher e viúva nos tempos de Jesus, não era nada fácil. 

Elas não estavam preparadas para sobreviverem depois que seus maridos morriam. E Jesus vendo aquele funeral, onde o único filho de uma viúva ia ser sepultado, se encheu de compaixão. Vendo a pobre mãe disse: “Não chores”.  Lc 7-13. Em seguida tocou no caixão. No mesmo instante, o único capaz de extinguir toda a tristeza e dor dos nossos corações, e expulsar a morte de nossas almas fez o morto reviver.

O Senhor Jesus restituiu o filho morto a sua mãe. Ele não ser preocupou em ficar cerimonialmente impuro, pois naquele tempo quem tocasse em um morto ficaria impuro por sete dias, até que se cumprissem o ritual de purificação.

A preocupação imediata de Jesus era: preciso devolver esse rapaz a essa mulher viúva que já não conta com a presença de um homem para protegê-la. Seu filho era sua última garantia de sustento. 


Quando o enterro terminasse ela seria deixada sem dinheiro e sozinha. A menos que um parente a auxiliasse, seu futuro seria triste. Seria uma presa fácil para trapaceiros, e é provável que fosse obrigada a mendigar. Jesus era o único que poderia ajudá-la, e Ele o fez. Ele restaurou a vida do rapaz.

Ele é o único com poder de trazer esperança em meio a qualquer tragédia. Ainda é assim nos dias atuais. Jesus é o mesmo de sempre, capaz de realizar milagres, expulsar a tristeza, restaurar a nossa vida espiritual e emocional e secar todas as nossas lágrimas. Basta que para isso nos acheguemos a Ele e peçamos com fé.

Honra e Glória somente a Ti, Senhor!
            

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