quarta-feira, 10 de agosto de 2016

As divisões na igreja de Jesus Cristo.

Existem divisões dentro da igreja de Cristo. Cristãos das mais diversas denominações vivem em eternas discussões sobre doutrinas, usos e costumes, entre tantas outras coisas. 

As opiniões podem divergir sem que isso cause desarmonias e divisões entre os irmãos que deveriam colocar em prática o amor que Jesus nos exorta a ter pelo nosso próximo. 

Alguns católicos dizem que os evangélicos gostam de desarmonias e separações, porque em 1517 houve um cisma na igreja católica, provocado por Martinho Lutero. Os que eram a favor da autoridade do Papa foram para um lado e os adeptos das ideias de Lutero para o outro.

Os protestantes se separaram da igreja católica. Mas não foi só da igreja católica que os evangélicos protestantes se separaram. Dentro da própria igreja evangélica já existem muitas divisões, e muitas denominações foram criadas.

Alguns batistas falam mal de presbiterianos, alguns presbiterianos falam mal dos assembleianos, alguns assembleianos não se dão muito bem com outras denominações pentecostais e neopentecostais. 

Alguns neopentecostais falam mal deles mesmos quando criticam a teologia da prosperidade. Alguns Metodistas não se relacionam bem com Adventistas do Sétimo dia porque eles guardam o sábado, esses por sua vez se acham os certos e atestam, que quem não guarda o sábado não se salvará. Os da Comunidade Cristã criticam as irmãs que não usam véu e as que não usam véu criticam as que usam, dizendo que isso está em desuso.

Alguns não concordam com os luteranos porque os mesmos ainda mantém um culto quase que idêntico ao da Igreja católica de Roma.

Algumas denominações estão se dividindo e deixando de fazer parte de suas igrejas de origem, porque simplesmente entram em desacordo com os pastores. 

Até dentro das igrejas, onde deveria imperar o amor tão propalado por Jesus Cristo, único líder dos cristãos, ele, o amor não está lá.


O que vemos é uma guerra de egos, desfiles de moda, celulares ligados dentro das igrejas, troca de mensagens em “Whatsapp”, conexões em redes sociais, sem nenhuma reverência à casa de Deus. Falam, pregam a Palavra, apontam os dedos na direção de quem consideram em erro e não notam a si mesmos. Não enxergam a trave no próprio olho. “Ou como podes dizer a teu irmão: irmão, deixa-me tirar o cisco que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então verás bem para tirar o cisco que está no olho de teu irmão”. Lc. 6-42. Está claro que Jesus nos exorta a nos autoexaminarmos rigidamente antes de nos lançarmos ao julgamento de qualquer de nossos semelhantes.

Dentro da igreja católica não é diferente. Também existem divergências. Católicos tradicionais não aceitam a renovação carismática. Temos a igreja católica brasileira, ortodoxa, a católica liberal, católica da evangelização, católica conservadora do Brasil, a renovada, reformada, nacional, trinitária e outras.

Mas o que será que pensaria Jesus Cristo sobre esse assunto? O apóstolo Paulo enfrentou divisões na igreja de Corinto: “Suplico-vos, queridos irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que concordeis uns com os outros no que falam. A fim de que não haja entre vós divisões; antes, sejais totalmente unidos, sob uma mesma disposição mental e no mesmo parecer”. I Co 1-10.

Paulo desejava que todos estivessem em acordo e em amor, pois todos os cristãos fazem parte da família de Deus. Tudo o que está acontecendo atualmente se resume em falta de amor. O amor é a “mola mestra” que a tudo vivifica.

Jesus deseja que vivamos em amor, sem divergências e desavenças, pois nada nesse mundo poderá nos separar do Seu grande amor por nós e Ele não aprovaria divergências e separações no corpo de Cristo que é a igreja. “Quem poderá nos separar do amor de Cristo? Portanto, estou seguro de que nem morte, nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos afastar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Rm 8.35-39.


É, portanto impossível fugir do amor de Deus. Nada e nenhum ser do universo poderá nos separar do alcance do Espírito de Cristo, pois: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”. I Jo 4-8.

É só isso que Jesus deseja de nós, que tenhamos a capacidade de amar aos nossos irmãos de qualquer denominação cristã. Mesmo que não concordemos com algumas coisas, podemos trabalhar juntos e em harmonia, se concordarmos com o que é verdadeiramente importante: Jesus Cristo é o Senhor de todos! Diferenças, nunca deveriam ser motivo para dividir os cristãos.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Obedecer, confiar e descansar!

Existe na Bíblia Sagrada um homem de nome Abraão que depois de muitos anos teve um filho. Sua mulher era estéril e só pôde dar a luz a Isaque depois que o Senhor disse que faria dele uma grande nação. E o Senhor cumpriu o que prometeu. Algum tempo depois, Deus exigiu de Abraão que ele sacrificasse seu único filho em holocausto. Esse homem é um dos exemplos mais vivos em obedecer, confiar, entregar e descansar no Senhor. Por isso recebeu apelido de “Pai da fé”.

Quando recebeu a ordem para sacrificar seu filho, ele não pensou duas vezes. Providenciou tudo para que a vontade do Senhor se cumprisse. Foi até o lugar determinado por Deus e executou tudo conforme as ordens recebidas.




Quando ele estendeu a mão para pegar a faca e imolar seu filho, o Anjo do Senhor chamou do céu: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui! O Anjo cancelou a execução de Isaque, porque Ele percebeu que Abraão era obediente e não negou o próprio filho ao Senhor. Ao olhar para trás ele percebeu que havia um carneiro preso pelo chifre entre os arbustos. “Pela fé, Abraão, no tempo em que Deus o expôs à prova, ofereceu-lhe Isaque como sacrifício; aquele que havia recebido as promessas estava mesmo a ponto de sacrificar seu unigênito”. Hb 11-17.

Abraão obedeceu, creu, confiou e descansou no Senhor! Ele sabia que o Senhor proveria tudo, e as coisas aconteceram de acordo com sua fé. Abraão possuía uma fé pura, sincera e tranquila que mesmo na pior crise de sua vida, depositou total confiança no amor e no poder de Deus para ressuscitar Isaque, caso fosse exigido.

E a nossa fé como anda? Será que seríamos capazes de dar essa prova de obediência ao Senhor Deus? Na verdade, por muito menos falhamos com Deus. Muitas vezes nossa fé não alcança um grão de mostarda em tamanho. Devemos confiar mais no Senhor de nossas vidas. Orar, confiar, esperar e descansar, pois para Ele não há nada impossível, e todos seus propósitos para as nossas vidas, sempre serão cumpridos.

Honra e glória somente a ti, Senhor!


terça-feira, 12 de julho de 2016

Os frutos que matam a fome e os que alimentam o espírito.

Todos nós gostamos de observar as árvores quando estão carregadas de flores e de frutos. Frutos nas árvores simbolizam fartura, saúde e menos fome no mundo. Se pudermos alcançar essa fruta para matar a fome, isso é divino! Ficamos felizes quando isso acontece. Um dia desses pude ver a alegria de duas pessoas quando se depararam com um pé de laranja em meio à cidade. A árvore estava carregada de frutas amarelinhas e prontas para consumo. Elas se regozijaram com a cena.

Pensando em tudo isso, me veio a seguinte pergunta: Por que não plantamos mais árvores frutíferas? E por que derrubamos essas mesmas árvores quando precisamos construir uma parede, uma calçada. Nesses momentos podemos perceber as prioridades das pessoas. Calçadas de cimento, muros, seja lá o que for, são mais importantes do que árvores. Isso sem falar nas outras qualidades que possui uma árvore, como a sombra, a purificação do ar que respiramos, as flores, o abrigo que elas dão aos pássaros para se reproduzirem, concluindo são muitas.


Gostamos de ver e de comer as frutas, de nos abrigarmos do sol, porém não plantamos mais árvores. As frutas que vemos estão nas prateleiras de supermercados. Se andarmos pelo interior dos estados do sul, ainda conseguiremos ver, porém também já estão escasseando. Os prédios já estão ocupando o lugar das árvores.


 O mesmo acontece com nossa vida espiritual. Não semeamos mais as sementes da fé, da esperança, do amor, da caridade, do perdão, da alegria, da paz, da paciência, da fidelidade, da mansidão e do domínio próprio, nem em favor do próximo, quanto dos mais afastados. E, se não semeamos, com toda certeza não colheremos. Passamos a viver uma vida fria, superficial e sem Deus.

Só colhemos o que plantamos. Não colheremos rosas se plantarmos margaridas. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto”. Jr 17-8. É necessário que levemos uma vida de oração e confiança em Deus, para que venhamos a florescer como árvores plantadas junto a um rio. 

Quanto mais nos alegrarmos em obedecer a Deus, mais frutíferos e prósperos seremos. Quanto mais aplicarmos a sabedoria de Deus as nossas vidas, produziremos o melhor e teremos a aprovação de Deus. Da mesma forma que uma árvore absorve a água e os sais minerais e produz frutos deliciosos, nós também não devemos nos afastar de nossa fonte de nutrição, também devemos absorver a Palavra de Deus, a fim de termos atitudes que honrem ao Criador.

Como está a nossa vida em relação ao fruto do Espírito? Estamos sendo infrutíferos ou estamos como uma árvore bem regada, podendo enfrentar momentos de crise sem nos abalarmos e ainda ajudar outros? Se estivermos de acordo com a segunda opção, estaremos produzindo muitos frutos para o Senhor. É isso o que Ele deseja de nós. “Antes, tem o prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará”. Sl 1.2-3.

Honra e glória somente a ti, Senhor!




sábado, 2 de julho de 2016

Não exercitar o amor é pecado?

Como exercitar o amor e não cometer pecado? Jesus Cristo no Evangelho de Mateus descreve bem o que devemos fazer. Ele faz algumas colocações sobre a Sua gloriosa vinda e o juízo final. Quando o dia do juízo chegar, as ovelhas serão separadas dos bodes e Ele oferecerá, aos que nos dias de hoje ajudam aos mais necessitados, o Reino de Deus como herança que foi preparado para estes desde a fundação do mundo. Mt 25-34. Não é pouca coisa! É somente a nossa garantia de vida eterna com Deus.

E, disse Jesus: “Pois quando tive fome, me destes de comer, tive sede, e me destes de beber, fui estrangeiro, e vós me acolhestes. Quando necessitei de roupas, vós me vestistes; estive enfermo, e vós me cuidastes; estive preso, e fostes visitar-me”. Mt 25.35-36.


Jesus condena a todos que não praticam a bondade, e com essas palavras nos ensina que o grande pecado do ser humano é a falta do exercício do amor verdadeiro. Ele separará seus seguidores obedientes daqueles que são incrédulos e fingidos, pois a verdadeira prova de nossa crença é a maneira como agimos. O que fazemos aos outros demonstra o que realmente pensamos a respeito das palavras do Mestre Jesus para nós: Ele diz: “alimente os famintos, dê água a quem tem sede, agasalhe os que têm frio, dê aos indigentes um lugar para se abrigar, cuide dos doentes”.


Essas palavras deveriam nos servir de estímulo para que venhamos a ajudar ao próximo todos os dias. Isso não requer riqueza, habilidade ou inteligência de nossa parte, antes requer boa vontade em ajudar ao próximo. Não existem desculpas para que deixemos de lado aqueles que têm grandes necessidades, é nossa responsabilidade diante de nós mesmos, da igreja, como também do governo. Chegamos a ouvir de alguns crentes, que ajudar aos necessitados não é responsabilidade nossa e sim, do governo. Não é o que Jesus prega. Ele exige o nosso envolvimento pessoal para ajudar a suprir as necessidades dos nossos semelhantes e o sentido dessa parábola é que devemos amar a todas as pessoas e servi-las sempre que possível. Oferecendo amor ao nosso semelhante, estaremos glorificando a Deus e demonstrando o nosso amor por Ele.

O Apóstolo Tiago em sua carta diz: “Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Tg 4-17. Não é somente pecado fazer o que é errado, porém Tiago diz que também é pecado não fazer o que é certo.

Jesus ilustra com bodes e ovelhas essa divisão. Ovelhas e bodes muitas vezes comem no mesmo pasto, porém na época da tosquia são separados. De que lado estaremos no dia do grande juízo? Como será que andam os nossos atos de amor ao próximo para que isso nos diferencie dos fingidos e incrédulos?

A base desse julgamento definitivo será a atitude de amor com a qual, aqueles que afirmam crer em Deus, trataram seus irmãos e semelhantes. “Se alguém possuir recursos materiais e, observando seu irmão passando necessidade, não se compadecer dele, como é possível permanecer nele o amor de Deus?” I Jo 3-17.

Amor não é apenas uma bela palavra, mas um verbo que exige manifestações práticas e regulares para que seu sentido seja bem compreendido.

Honra e glória somente a ti, Senhor!







sábado, 25 de junho de 2016

O que fazer em tempos de aflição. Esmiuçando o Salmo 86

Existe um personagem na Bíblia que quando se sentia em grande aflição, miserável, pobre e desgraçado, infeliz, mal sucedido, desprezível, buscava ao Senhor Deus e frente a frente com Ele solicitava que viesse em seu socorro. Ele não tinha vergonha de se colocar dessa forma diante do Criador e também não se envergonhava de ser tão pobre emocionalmente. Clamava por resposta e pedia que o Senhor saísse de sua verticalidade, se curvasse, se abaixasse, se dobrasse em sua direção para ouvi-lo.

Quando se sentia desprotegido logo buscava o socorro no Senhor, pois sabia que tão logo a resposta viesse seu coração se tranquilizaria, o susto passaria.

“Ó Eterno, inclina para mim os teus ouvidos e dá-me tua resposta, pois sou um desvalido e estou muito aflito”. Ele sabia que apesar de suas muitas falhas, omissões, defeitos morais, quebras de valores e até certo desequilíbrio emocional e mental, o Senhor Deus vinha em seu auxílio, pois ele era sincero em sua devoção e tinha a certeza de que tinha sido escolhido por Deus. 


Tinha a certeza de que Deus viria em seu socorro. Nós muitas vezes e quase sempre temos receios, medos de nos dirigirmos a Deus com mais ousadia por acharmos que o Senhor se sentirá incomodado ou irado conosco. Tememos o castigo e a repreensão de Deus e dessa forma nossas orações são superficiais.

Ele implorava ajuda a Deus sem nenhum receio de não ser atendido ou ser mal interpretado; “Inclina para mim os teus ouvidos e dá-me a tua resposta”. Ele tinha a certeza de que seria atendido. Dobre-se em minha direção, ouve-me e responda-me porque sou pobre, infeliz, desprezível, omisso, às vezes me sinto desequilibrado mentalmente e espiritualmente, possuo falhas morais, mas preciso de ti Senhor! “Dá-me a tua resposta, pois sou um desvalido e estou muito aflito”. Sl 86-1.

Apesar de tudo, ele suplica para que o Senhor conserve sua vida e se diz fiel ao seu Criador, se confessa servo e confiante no poder de Deus para ajudá-lo. Sabia que não fora ele a escolher o Senhor como seu Deus, mas sim, ele tinha sido escolhido pelo Senhor para ser seu servo. Sabia também que o Deus a qual ele recorria era o Deus único e verdadeiro o Criador do universo e da terra e que nenhum outro Deus agia com tanto amor e justiça.
 Ele pedia que o Senhor se apiedasse se condoesse dele, e afirma que clamaria por socorro todos os dias; “Tem piedade de mim, Senhor, pois a ti clamo, todo o dia”. Sl 86-3.

 Seu coração estava tão triste, tão aflito, tão angustiado que ele precisava de alegria e, isso também pediu ao seu Senhor elevando a sua alma diretamente ao trono de Deus. “Alegra o coração do teu servo, porquanto a ti, Senhor, elevo a minha alma”. Sl 86-4.
Quem de nós consegue se dirigir ao Senhor Deus dessa forma? Com tanta coragem, destemor e confiança? Muitas vezes não possuímos nenhuma dessas características. Quando nos dirigimos a Deus, muitas vezes estamos sem coragem de fazê-lo, temos medo, e a nossa confiança muitas vezes está abalada porque em outros momentos de oração não obtivemos a resposta que gostaríamos. O Senhor nos responde de acordo com o que necessitamos e não com o que queremos.



Ele começa sua oração exaltando ao Senhor, dizendo que Ele é bondoso, que é rico em benevolência, em perdão, gratuidade, piedade e compaixão para com todos os que buscam Seu auxílio. “Pois tu és bondoso e perdoador, Senhor, rico em graça e misericórdia para com todos os que te invocam”. Sl 86-5. É dessa forma que devemos nos dirigir ao nosso Criador, com intrepidez, confiança, coragem e sem nenhum medo de sermos repreendidos.

Esse personagem é o Rei Davi. Em seus muitos salmos dirigidos ao Senhor Deus, ele sempre tinha a certeza de que seria atendido. “Ó Deus, não fiques longe de mim, meu Senhor, vem depressa em meu auxílio”! Sl 71-12.

Deus é infinitamente misericordioso para com aqueles que O buscam de todo coração. “Vós me buscareis e me encontrareis, quando me buscardes de todo coração”. Je 29-13. Essa é a resposta ao texto. Em tempos de aflição devemos buscar ao Senhor de todo coração, com ousadia e com a certeza de que O encontraremos e receberemos d’Ele tudo o que estamos precisando.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!


quinta-feira, 16 de junho de 2016

A humanidade nos últimos dias. Qualquer semelhança não é mera coincidência!

O que será da humanidade nesses últimos dias citados na Palavra de Deus? A Bíblia diz que sobrevirão dias terríveis.

Que o amor próprio superará o amor ao próximo, que os homens serão ainda mais ávidos por ganhos, arrogantes, vaidosos, ofensivos com as coisas sagradas, desrespeitosos aos pais, ingratos, hereges. Diz também que não terão mais amor, que serão incapazes de perdoar, sem domínio próprio, cruéis e insensíveis, inimigos do bem. Serão traiçoeiros, desleais, inconsequentes, soberbos e orgulhosos, mais amigo dos prazeres do que de Deus. Diz que os homens terão aparência de piedade. II Tm 3.1-6.


E, com essa mesma aparência piedosa, falsificarão suas reais intenções, porque seus corações não foram verdadeiramente convertidos a Deus. Só possuem aparência de cristãs, mas seus interesses não são com as coisas celestiais, suas atitudes são enredos com o objetivo de levar vantagens pessoais sem qualquer amor genuíno por Jesus Cristo e pelo próximo. Duras coisas de se ouvir ou se ler, porém verdadeiras. Esses dias terríveis a que o Apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo se refere, já estão acontecendo. Vivemos tudo isso diariamente, muitas vezes dentro de nossas casas, e também na família. Já estamos íntimos dessa situação, não só fora da igreja como também dentro dela. A forma ímpia, ateia e herege de agir acontece também no meio dos “ditos convertidos”. Vemos famílias se digladiando, e contendendo por tudo e por qualquer coisa, mas principalmente por dinheiro. Filhos não honram mais seus pais. Não há nenhum respeito ou consideração pelos mais velhos, nem por crianças, nem animais. A barbárie está tomando conta da humanidade. E tudo isso está totalmente claro na Palavra do Senhor.  Já não conseguimos ver Cristo estampado no olhar do cristão que um dia se converteu a Jesus.


Paulo complementa dizendo que devemos pregar a Palavra, que devemos aconselhar e repreender, encorajar com toda paciência a sã doutrina, pois chegará o tempo em que não suportarão o santo ensino, que se recusarão a dar ouvidos à verdade. Já vemos tudo isso.

Que o Senhor nos ajude a que possamos atender aos Seus apelos no sentido de tentar ser pacientes, encorajadores, aconselhadores nos voltando novamente para a sã doutrina, tentando nos reconduzir e também a outros, ao verdadeiro Caminho, nos livrando de toda obra maligna para que possamos ser levados a salvos ao Reino celestial.
Honra e glória somente a ti, Senhor!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Não se distancie de Deus!

Muitas vezes nos distraímos e nos esquecemos de algumas coisas que são muito importantes em nossas vidas. Quando se trata das coisas do mundo, ainda conseguimos justificar e muitas vezes remediar. Podemos nos esquecer de ir a uma reunião na escola de nossos filhos, a data do aniversário de alguém querido e tantas outras coisas. Porém, não podemos nunca nos distrair com relação com o que é de Deus.


Isso aconteceu com Sansão. Ele foi juiz em Israel por vinte anos. Tinha uma força descomunal, e toda força que tinha lhe foi dada por Deus. Sansão era um Nazireu, ou seja, um homem consagrado ao Senhor. Não podia cortar os cabelos, ou comer coisas impuras, nem se aproximar de coisas impuras, incluindo os mortos.


O livro dos Juízes nos conta essa história, do homem forte que fora dedicado ao Senhor desde pequeno e que desobedeceu ao Senhor muitas vezes. Casou-se com uma mulher que não era de sua linhagem, foi traído por ela, passou a noite com uma prostituta, e envolveu-se com uma mulher que só queria descobrir porque ele tinha tanta força. Comeu mel impuro retirado da carcaça do leão que havia matado e ainda ofereceu a seus pais. Sansão era um homem de Deus, contudo, desrespeitou todas as leis que um nazireu poderia desrespeitar. Jz 13 a 16.


Dalila, a mulher que queria descobrir de onde vinha a sua força, o enganou. Perguntava todos os dias de onde vinha a sua força e ele não lhe respondia. Porém, foi vencido pela insistência da mulher. Revelou tudo a ela. Cortaram-lhe o cabelo, que era o responsável por todas as suas façanhas e perdeu toda a força. Quando saiu para lutar contra os filisteus, não percebeu que sua força havia lhe deixado. “Entretanto, ele não tinha notado que o Senhor havia se retirado dele”. Jz 16.20.  O Senhor era à força de Sansão.

O mesmo acontece conosco. Muitas vezes nos distraímos e não percebemos quão longe estamos de nosso Deus. E quando nos afastamos do Senhor, Ele também poderá se afastar de nós. Nessas horas damos permissão para que o mal entre em nossas vidas. Muitas catástrofes e eventos nefastos acontecem conosco, justamente por causa desse afastamento mútuo de Deus, pois Ele também é a nossa força!

Que o Senhor nos ajude a que nunca venhamos a nos distrair, ou a pecar, permitindo assim o nosso afastamento de Deus e o consequente afastamento de Deus de nós, o que nos deixará fracos e sujeitos a toda ordem de acontecimentos infelizes. Nunca nos esqueçamos: O Senhor é a nossa força e só junto a Ele seremos felizes!

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

            
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