quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Deus da provisão: Jeová Jireh

O Senhor em tudo proveu o povo de Israel quando saiu do cativeiro do Egito. Alimentou-os, vestiu-os, e matou a sede de milhares de pessoas que durante centenas de anos foram escravizados por Faraó. Mesmo assim, o povo se rebelou e reclamou que mesmo no cativeiro, eles desfrutavam de coisas melhores do que as que Deus os havia provido. Não agradeceram, e ainda por cima murmuraram. Trocaram a intimidade com Deus por alhos, pepinos, melões e todas as delícias que comeram no Egito.  Eram oprimidos e torturados, mas podiam comer alhos e pepinos...
Que possamos ser diferentes do povo israelita. Sejamos gratos por todas as provisões que recebemos de Deus diariamente. É Ele quem nos dá tudo o que temos. Não somos nós que devemos ter o crédito pela saúde, bens materiais, e espirituais que temos. Tudo vem de Deus. É Ele a fonte de toda provisão.
Bom dia!!!!!!!!!!!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Amor ao próximo. O samaritano, o sacerdote e o levita.

Jesus no Evangelho de Lucas descreve a parábola do samaritano demonstrando a um advogado da Lei como poderiam ser destruídas as “verdades da Lei” e reveladas as verdades da Graça. Jesus ilustrou muito bem a atitude dos três personagens que fazem parte da narração: um era sacerdote, outro levita e outro samaritano. Na época de Jesus, o samaritano era o que nascia no reino da Samaria, era considerado pelo povo judeu da época, como aquele que não praticava seus deveres religiosos sendo por isso repugnante, e indigno. 
O levita era um membro da tribo de Levi que trabalhava no templo à serviço de Deus e o sacerdote, era a maior autoridade religiosa da época.
O samaritano era alguém que deveria ficar separado e longe dos judeus. Aos olhos dos fariseus, eram pecadores que não praticavam a doutrina da religião judaica. Mesmo assim, esse homem tão impuro foi capaz de socorrer outro homem, tratando suas feridas e pagando hospedagem para que o mesmo pudesse se recuperar depois de ter sido assaltado e espancado quase até a morte.

O sacerdote viu o homem quase morto passou do outro lado. O levita ou separado para as coisas sagradas, agiu da mesma forma, passou bem longe do moribundo. Em primeiro lugar vinham as coisas que precisavam resolver. Não deixaram de maneira nenhuma sua zona de conforto. Socorrer um ser humano quando ele mais precisava não lhes importava. 
Será que é isso que Jesus nos ensina?  Jesus diz em sua narração que o samaritano teve misericórdia do homem. O sacerdote e o levita eram zelosos no cumprimento da Lei, porém, omitiram o verdadeiro amor de Deus. No final da parábola, Jesus pergunta ao advogado da Lei quem dos três agiu com maior correção? A resposta foi: o que teve misericórdia. 
E nós como temos agido para com aqueles que necessitam de ajuda? Com qual dos três nos parecemos mais?  É claro que o samaritano estava correto, ele praticou o verdadeiro cristianismo que ouvimos ser pregado, ou que deveríamos ouvir todos os domingos nas igrejas que frequentamos. 
Que possamos tentar nos parecer cada vez mais como o homem samaritano que ajudou o que estava necessitado. “Vindes abençoados de meu Pai! Recebei como herança o Reino, o qual vos foi preparado desde a fundação do mundo. Pois tive fome, e me deste de comer, tive sede, e me destes de beber; fui estrangeiro, e vós me acolhestes. Quando necessitei de roupa, vós me vestistes; estive enfermo, e vós me cuidastes; estive preso, e fostes visitar-me”. Mt 25.34-36.
Caso não façamos todas essas coisas, a Bíblia é bem clara quanto ao destino final de nossas vidas. “Mas o Rei ordenará aos que estiverem à sua esquerda: Malditos! Apartai-vos de mim. Ide para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos”. Mt 25-41.  A escolha é nossa.
Honra e glória somente a ti, Senhor!



domingo, 13 de outubro de 2013

Murmuração.

No Livro do Êxodo, o povo de Israel foi liberto por Deus através de Moisés do cativeiro egípcio. Moisés era o mais íntegro dos homens, escolhido especialmente por Deus para conduzir o povo à terra prometida. Porém, no meio da longa caminhada de volta, eles se rebelaram, por diversas vezes. Exigiam carne, comida temperada, enfim, queriam tudo o que tinham no Egito. A liberdade estava em segundo plano para aquele povo. Preferiam ser escravos a passar necessidade em liberdade. 
O Senhor conhecia o coração de cada um deles, por isso não se surpreendia com suas murmurações. Eles viram os milagres e maravilhas ao longo dessa viagem.

O maná que caiu do céu, a água retirada diretamente da rocha para que eles pudessem matar a sede, codornizes para que comessem carne, a abertura do Mar Vermelho, fazendo com que todos passassem no seco e tantos outros. Nada do que viram fez com que aquele povo de coração endurecido parasse de murmurar. E, nós? Será que somos murmuradores ou aceitamos tudo o que recebemos com amor e agradecimento? 
Não devemos desafiar os fundamentos que o Senhor ordenou para nós. 

Uma das principais manifestações de falta de fé e descrença é a reclamação contínua de tudo o que nos acontece que não é de nosso agrado. Paulo em sua primeira carta ao povo de Corinto diz: “Não devemos por à prova a paciência de Cristo, como alguns fizeram, e por isso foram mortos pelas serpentes. E não vos entregueis à murmuração, como alguns deles resmungaram e foram mortos pelo destruidor”. I Co 10.9-10. 
O Apóstolo está se referindo ao que aconteceu ao povo no Antigo Testamento, quando saíram do Egito. São também advertências para nós, pois, hoje possuímos a Bíblia para nossa instrução na fé, para o nosso crescimento espiritual e também para nos advertir a que não venhamos a murmurar. “Fazei tudo sem murmurações nem contendas”. Fl 2-14

Honra e glória somente a ti, Senhor!





quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tudo para a glória de Deus.

"Tudo o que nos vier a mão para realizar, devemos fazer com o melhor de nossas forças, porquanto, quando baixarmos a sepultura, para onde todos vamos, não há atividade, trabalho, reflexão, planos, conhecimento, saber, nem nada". Ec 9-10. 
D
evemos aproveitar a oportunidade, dando o nosso melhor enquanto por aqui estivermos, pois as possibilidades de trabalho e aprendizado cessam após a morte. Faremos jus a vida eterna, porém, se desejamos fazer alguma coisa na terra para a glória de Deus, é melhor que façamos enquanto temos tempo. Bom dia!!!!!!!!!!!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A felicidade em qualquer circunstância.


Tomás de Kempis, monge e escritor alemão, falando sobre a natureza carnal humana dá uma dica: "Cumpre castigá-la e curvá-la à sujeição, a tal ponto, que esteja disposta para tudo, sabendo contentar-se com pouco e deleitar-se com a simplicidade, sem resmungar por qualquer incômodo".
E, Paulo o Apóstolo: "Sei bem o que é passar necessidade e sei o que é andar com fartura. Aprendi o mistério de viver feliz em todo lugar e em qualquer situação, esteja bem alimentado, ou mesmo com fome, possuindo fartura, ou passando privações". Fl 4-12.
Paulo era rico, e por seguir a Cristo, perdeu todas os privilégios, foi deserdado por seus familiares. Que mistério é esse, o de viver feliz em todo lugar e circunstância? Essa força maravilhosa se chama: Comunhão íntima e permanente com Jesus de Nazaré! É esse o segredo de toda força e contentamento do Apóstolo Paulo. Que possamos desvendar cada vez mais esse segredo e tomar posse dele. 


domingo, 15 de setembro de 2013

O sofrimento da alma no Jardim do Getsêmani.

Será que algum dia já estivemos no Jardim do Getsêmani? A título de esclarecimento, Jardim do Getsêmani se localiza no topo do Monte das Oliveiras, e, foi o lugar para onde Jesus se dirigiu com alguns discípulos para orar, às vésperas de sua crucificação. Ali, Jesus foi preso e levado ao Sumo Sacerdote. 
 Jesus estava sentindo grande temor e profunda angústia, pois sabia tudo o que estava por vir. Ele previu claramente a agonia espiritual e física que teria de suportar. Jesus disse: “A minha alma está sofrendo dor extrema, uma tristeza mortal”. Mt 26-38. Quantas vezes nos sentimos desse jeito? Em algumas ocasiões em nossas vidas, uma tristeza mortal nos abate e nossa alma sofre dor extrema.
Nos dias atuais esse sofrimento é chamado de depressão. Depressão nada mais é do que: enfraquecimento, abatimento, físico ou moral. Perturbação mental caracterizada pela ansiedade e pela melancolia, sofrimento psíquico, etc. Quem de nós nunca passou por algo similar? 

Jesus em sua humanidade confessou que estava sofrendo de uma tristeza mortal, algo tão forte que poderia levá-lo à morte. Nós também passamos por isso. E, muitas vezes não assumimos o sofrimento, negamos, e não buscamos socorro. Nesses momentos é muito difícil orar, pois esse estado, não nos permite sentir a presença de Deus. Mas, é de fundamental importância que busquemos auxílio do alto. 

Os amigos de Jesus o abandonaram a própria sorte, e nós também por vezes somos abandonados pelos nossos, mas não devemos desistir, pois o Senhor sabe de todas as coisas, ele nos entende e conhece todas as nossas fraquezas e sofrimento. Ele já passou por isso! Podemos nos sentir abandonados por todos, menos por Jesus. 

Quando nos sentirmos dessa forma, devemos buscar ajuda. A ajuda dos Conselheiros Pastorais, e se for necessário dos médicos, e psicólogos. Porém, a ajuda mais importante e que não podemos deixar de lado, é a ajuda do Senhor Jesus, àquele que já conheceu e passou por todo esse sofrimento.

Honra e glória somente a ti, Senhor!








quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vá se danar!

Qual é o verdadeiro significado do verbo danar? O dicionário, entre tantos significados diz que é o mesmo que condenar ao inferno, maldito. E “danado”? Danado é o mesmo que tornar-se maldito, condenado, alienado, aquele que não tem domínio próprio. Danado é um adjetivo, e particípio passado do verbo danar. Muitas vezes chamamos as crianças de danadas ou mandamos alguém se danar. Com essas palavras estamos dizendo que a pessoa é uma condenada ao inferno, maldita. 

Quem nesse mundo gostaria de ser “qualificada” dessa maneira? Provavelmente ninguém. Ouvimos até filhos mandarem seus pais “se danar”. Aqueles que nos deram a vida cuidaram de nós, nos alimentaram quando crianças, e muitas vezes ainda depois de adultos são os que nos apoiam e acolhem. Vemos pessoas que teoricamente foram nascidas de novo, desceram as águas do batismo, aceitando Jesus como Senhor e Salvador, realizando tal atrocidade, e crueldade com seus pais. Qualquer discussão é motivo para abrirem a boca e vomitar a frase “vá se danar” e se esquecem da ordenança de Deus de que devemos honrar pai e mãe. 

 O Senhor em Sua Palavra é bem claro no diz respeito a palavras de bênçãos e de maldições. Desde o Antigo Testamento Deus exorta o seu povo a escolher pelas bênçãos e nunca as maldições, pois, uma leva de encontro à vida e a outra a morte. “Hoje, invoco o céu e a terra como testemunhas contra ti, de que apresentei claramente diante de ti os caminhos da vida e da morte; a bênção e a maldição. Escolhe, pois, o caminho da vida, para que viva plenamente, tu e tua descendência... porquanto disso depende a tua vida e o prolongamento dos teus dias”. Dt 30.19-20.
Essas palavras são mais claras do que as águas do mais límpido riacho. É só uma questão de escolha. Se escolhermos o caminho da maldição, depois não adianta perguntar onde Deus estava quando coisas ruins acontecem em nossas vidas. Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas nos exortou a ter bom ânimo, para juntos, com Ele, vencermos o mundo. Portanto, é infinitamente mais fácil escolhermos a bênção, e a vida que Ele nos oferece. Palavras amaldiçoadoras nunca mais! Que de nossas bocas só saiam palavras abençoadoras.
Honra e glória somente a ti, Senhor!


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