domingo, 12 de maio de 2024

As lutas e os lutos que enfrentamos.

 


São tantas as lutas os lutos que enfrentamos. Os nossos e os de outros, conforme o grau de empatia que desenvolvemos ao longo da vida. Nesse momento estamos vivendo um grande luto por outros. São pessoas que não conhecemos, mas que estão passando por perdas nunca vistas nem pensadas por elas.

Apesar de vermos quase todos os anos essas enchentes e flagelos da natureza, igual a essa, ninguém em nosso país viu ou sequer imaginou. Nem quem está de fora, como também os que estão enfrentando.

Hoje comemoramos o Dia das Mães. Muitas mães partiram já a algum tempo e outras partiram ou viram seus filhos partirem nessa enchente sem precedentes. Tornamos a nos enlutar por quem partiu nesse momento. Como disse, são tantos lutos, tantas perdas, tanta tristeza que fico a meditar nas pessoas que se acham invulneráveis, nariz empinado, orgulhosas, soberbas, que se acham melhores do que as outras, que pensam que tudo podem.

Por mais orgulhosa que seja uma pessoa ela não é nada sem as misericórdias do Senhor em suas vidas. Quando uma catástrofe dessas acontece todos caem de seus pedestais, e quanto mais alto esse pedestal, maior é a queda e as machucaduras que advirão disso. Machucaduras internas, no coração, nas emoções, sofrimentos sem tamanho para todos os que foram atingidos.

Sem falar nos sofrimentos corporais que também são muitos. Para onde foi toda a empáfia, toda a soberba, todo o sentimento de que “são melhores, e mais importantes?” Não são! Somos todos iguais aos olhos de Deus. E, quando o sofrimento bate à porta não escolhe cor, credo, classe social, ou gênero.

Deveríamos parar e pensar nisso. Não existem pessoas superiores as outras. Podem existir pessoas melhores em termos de ter um bom coração se comparadas as outras. O que existe é o homem bom e o homem mau. Só isso!

Hoje partiu desse mundo uma pessoa que eu diria ser do bem, jovem, carreira brilhante, um coração benevolente, empática. Aprouve ao Senhor levá-la após um período bem doloroso de sofrimento. Não a conheço pessoalmente. Só por fotos e redes sociais. Mas, nem por isso pude deixar de sentir o quanto a vida é frágil. O quanto temos que ser bons e gentis com os outros. Caridosos, misericordiosos, pois todos somos parte dessa vida e consequentemente sujeitos a seus altos e baixos. E, justamente por isso não devemos nos achar superior a ninguém. Todos nós vamos partir desse mundo um dia. Bons, maus, e um dia teremos que prestar contas ao Deus Todo Poderoso, o que nos permite viver e o que nos recolhe quando tivermos concluído nossa passagem por este mundo.

Que possamos agir com mais simplicidade, empatia, bondade, porque o mundo está cheio de pessoas sofridas e que necessitam de acolhimento. Façamos ao outro aquilo desejamos que façam a nós. Essa é a regra de ouro do cristianismo.

Honra e Glória somente a Ti, Senhor!

 

 


domingo, 31 de dezembro de 2023

A passagem do ano é mágica?

 

Olá, pessoas amigas, que ao logo de alguns bons anos tem me acompanhado através do meu blog.

Deixarei aqui umas breves palavras que espero possam usá-las ao longo do ano que ora termina. Dentro de mais ou menos três horas o ano de 2023 partirá, e nos deixará apenas as boas e más lembranças que vivemos durante o seu decorrer. Quero dizer a vocês, e tenho a certeza de que repetirei o que muitas pessoas falam nos finais de ano. Lugar comum. Porém, considero muito importante podermos tê-las à mente para que nunca venhamos a nos esquecer delas.

A passagem do ano não é mágica, não é mística, acontece na hora em que a meia noite é decretada pelo relógio, como em todas as noites, muito embora as pessoas carentes de misticismo, de algo diferente, sagrado ou não, assim pensam. Dão 7 pulinhos nas ondas do mar, usam roupas brancas, ou da cor que “entendidos” mandam usar, levam oferendas em alto mar, vão a centros onde se praticam a religião de matriz africana, porque a sua não está lhe atendendo. Guardam caroço de romã em suas carteiras para atrair dinheiro. Enfim, são tantas práticas que ficaria o dia inteiro escrevendo.

Mas como ia dizendo, a passagem do ano não é mágica, nada acontece, nada mesmo. A única coisa que deveria mudar, são os nossos hábitos. Deveríamos trocar hábitos perniciosos, nocivos, tóxicos, destruidores, por hábitos saudáveis de vida. Principalmente, os hábitos no que tange o nosso relacionamento com Deus. Sabemos que existem grandes chances de acontecerem muitas coisas durante os 365 dias que teremos pela frente, que podem ser excelentes, como também não tão excelentes assim. Se não nos apegarmos com Deus, com o Sagrado, com o onipotente, com Aquele que tudo pode, o que será do restante de nossas vidas? Se estivermos resguardados, blindados pela oração diária, pelo contato frequente com Deus, com Jesus, buscando sempre as benesses do Espírito Santo, o que será de nós?

Quando os buscamos com fé, conscientes de que o dia não está bom, que precisa melhorar, temos a certeza de que receberemos revestimento do alto. Dessa forma tudo fica mais fácil. Com isso não estou querendo dizer que você não precisa fazer atividade física, se alimentar corretamente, ter lazer, trabalhar, desfrutar de tudo de bom que a vida o pode oferecer. Só que se você fizer tudo isso como meta de vida para o ano que vai começar, nada será levado adiante se você não tiver nenhum tipo de conexão com Deus. É d’Ele que vem todas as coisas. É Ele quem nos supre e fortalece para vivermos o melhor que a vida tem a nos oferecer. Portanto, vamos colocar com meta principal para este ano que vai começar, que teremos mais intimidade com Deus, uma melhor conexão, que conversaremos mais com Ele, que clamaremos por ajuda quando algo não estiver bem.

 

 Busquemos ao Senhor também para agradecer pelas bênçãos recebidas, pelas coisas boas que nos acontecem porque é d’Ele e somente d’Ele que essas coisas vêm. “Busquemos ao Senhor enquanto ainda podemos encontrá-lo, invoquemo-lo enquanto está por perto”. Não coloquem barreiras entre você e Deus, porque depois poderá ser tarde demais. Is 55-6. Assim, com certeza teremos um  Ano-Novo abençoado e feliz.

Por Sheila Denega.

Soli Deo gloria!


sábado, 21 de janeiro de 2023

A mulher, o Funk e a garota de Ipanema.

Esse texto foi postado no dia 28 de maio de 2013 e repostado hoje. O assunto ainda está na moda.




No tempo de minhas avós, a mulher era cantada em verso e prosa. “Tu és divina e graciosa, estátua majestosa do amor, por Deus esculturada, e formada com ardor da alma da mais linda flor”.

Quem nunca ouviu falar de “Rosa”, música famosa composta em 1917 por Pixinguinha, gravada em 1922, e regravada por Marisa Monte em 1991?

E, Garota de Ipanema? Será que existe alguém nesse Brasil afora, e no mundo inteiro, que não conheça essa música? Foi composta por Vinícius de Moraes em parceria com Tom Jobim em 1962, tendo como musa inspiradora Helô Pinheiro. “Olha que coisa mais linda mais cheia de graça, é ela menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar”.

E segue a bela e inspirada letra: “O seu balançado é mais que um poema, é a coisa mais linda que eu já vi passar”. E mais, “Ah, se ela soubesse que quando ela passa o mundo inteirinho sem enche de graça e fica mais lindo por causa do amor”. 

Orlando Dias em 1961, escreveu a canção “Tenho ciúme de tudo” e sua letra descreve a mulher com a “criatura mais linda que os seus olhos já viram”. Diz também que a mulher possui um “porte divino”. 

Palavras poéticas, que simbolizam as mulheres. Essa música foi regravada por vários cantores ao longo dos tempos.

E, hoje? Como são retratadas as mulheres pelos “especialistas” do funk? Primeiro vamos esclarecer o verdadeiro significado da palavra “funk”: medo, pânico, pavor, terror. Esses são os substantivos equivalentes no português. Vejamos agora o correspondente verbal: temer, aterrorizar, assustar e pasmem: evitar!

Lugar de “funk”, é um lugar onde estão presentes o medo, pânico, pavor e com certeza deve ser evitado.

Como será que um “fanqueiro” retrataria a eterna garota de Ipanema numa de suas composições hoje em dia? Num tempo, nem tão antigo assim, em se tratando de mulheres, as palavras de ordem eram: divina, graciosa, alma, flor, linda, cheia de graça, menina, doce balanço, poema, coisa mais linda, porte divino e acima de tudo, respeito e amor. “Ainda que eu fale as línguas dos seres humanos e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine”. I Co 13-1.

 O Apóstolo Paulo diz que: "fazer qualquer coisa sem amor é tão sem efeito quanto apenas fazer barulho sem nenhum motivo".

Diferente dos tempos de minhas avós, hoje a mulher é chamada de “cachorra, feia, popozuda, tarada, que só procura aventura e não quer saber de compromisso, suja, fedorenta”, ou seja, para o funk “ritmo da atualidade”, a mulher não vale nada. E, o pior disso tudo, é que as próprias mulheres, comparecem em massa para serem ofendidas pelos “fanqueiros”.

Observemos a inversão de valores! A Bíblia diz que a mulher tem mais valor do as mais finas joias: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor em muito ultrapassa os das mais finas joias! ”  Pv 31-10.  

E, a música que faz sucesso na atualidade, mancha, macula a sua imagem.

A mulher que desejar se casar, e constituir família, deve se afastar de todas essas coisas do mundo, principalmente desses “bailes”, onde ela é totalmente despojada de sua dignidade. Tais coisas, com toda certeza não vem de Deus. “Sendo assim, aconselho que as viúvas mais jovens se casem, tenham filhos, administrem suas próprias casas e não deem ao inimigo nenhum pretexto para maledicências”. I Tm 5-14.

A nossa oração é que cada vez mais as mulheres acordem para a realidade de hoje, onde elas estão sendo ofendidas, insultadas, achincalhadas, e nada é feito para reverter isso. Que elas possam ser reconhecidas como pessoas íntegras, como mães, filhas, esposas, e amigas valorosas, que possam novamente ser retratadas com amor e respeito. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra que cause destruição, mas somente a que seja útil para edificação, de acordo com a necessidade, a fim de que comunique graça aos que a ouvem”. Ef 4-29.

Honra e glória somente a ti, Senhor!

 

 

 


segunda-feira, 10 de outubro de 2022

A saída do povo de Israel e as eleições de 2022.

 

Alguns podem estar se perguntando. O que tem a ver uma coisa com a outra? Eu digo, tudo. Quando Moisés recebeu a ordem do Deus Eterno de retirar todos os israelitas da escravidão do Egito, todos se animaram e partiram. Entretanto, na primeira dificuldade, apesar de Deus estar provendo todas as necessidades deles, desde água, roupas e alimentos, protegendo do sol e do frio, eles começaram a murmurar.

Algo que deveria ter levado cerca de dois anos durou longos quarenta anos onde eles andavam em círculos murmurando, blasfemando contra O Deus Todo Poderoso que os havia tirado das mãos de faraó. Queriam comer alhos e cebolas, carnes e especiarias. “Quem nos dará carne para comer? Nós nos lembramos do peixe que comíamos por um nada no Egito, dos pepinos, dos melões, das verduras, das cebolas e alhos” Números 11- 4.5.

            O que acontece conosco nesse momento não é diferente, Elegemos um homem temente a Deus que tem se esforçado para lançar fora de nosso meio o fantasma do comunismo que vem acompanhado das piores aberrações, como legalização do aborto, ideologia de gênero, destruição da família, liberdade de expressão controlada e consequentemente censurada, e religiões controladas ou proibidas por um presidente ditador, e tantas outras. Comunismo nunca deu certo em lugar algum. Não será aqui que dará.



Assim como os israelitas levaram quarenta anos para chegar a Terra Prometida, porque não reconheciam em Moisés o libertador escolhido por Deus, não confiavam no que ele falava e colocavam a fome por cebolas e alhos acima de tudo, assim também uma parte do povo brasileiro em troca de picanha e cerveja, diga-se de passagem, nunca comeram como falam, estarão colocando no poder um sujeito vingativo, mau caráter, alcóolatra, odiento, que não ama sua pátria e muito menos seu povo, pois se preocupou sempre muito mais com outros países.

A escolha é sua, porque eu já escolhi de que lado vou ficar. Que o bom senso prevaleça, que o amor a Deus se estabeleça e que o Senhor não permita que o mal vença. Que a fome por mais picanha  e cervejas à mesa, não persista no segundo turno. Não é disso que precisamos. Precisamos de mais respeito às leis, ao próximo, aos nossos pais, as autoridades, a família, de um país próspero e respeitado e a acima de tudo respeito a Deus. Que o Senhor não permita que esse mal terrível entre no nosso país.

Honra e Glória somente a Ti, Senhor!

 

domingo, 25 de setembro de 2022

Imposição de mãos.

 

Muitos crentes no Senhor, não aceitam a imposição de mãos como doutrina cristã. Acham, que porque outras religiões usam esse processo, tais como a Doutrina Espírita, a igreja Messiânica, a igreja dos Mórmons, o Reiki etc. não devem usar, pois estariam atraindo energias negativas para si e para as outras pessoas.

Isso é um engano. Todas elas juntas com exceção do catolicismo, se utilizam da imposição de mãos para a canalização de energias positivas para quem as recebe. No caso de nós cristãos, impor as mãos é uma ordenança. Jesus deixou essa ordem: “Pegarão serpentes com as mãos; e, se algo mortífero beberem, de modo nenhum lhes fará mal, sobre os enfermos imporão as mãos e eles serão curados”. Marcos 16-18.




O crente em Jesus Cristo impõe as mãos sobre pessoas que necessitam de algo, em Nome do Senhor Jesus, não em seu próprio nome, porque se assim fosse de nada adiantaria. O Nome de Jesus é que tem poder. O Nome de Jesus é o Nome que está acima de todo nome. Filipenses 2-9. Essa ordenança que está no Evangelho de Marcos nos dá sesse direito. Podemos impor sim, as mãos sobre alguém doente e se for da vontade de Deus, a cura acontecerá.

Podemos impor as mãos sobre alguém quando ela precisa ter seus dons espirituais reaviados: “Por esse motivo, uma vez mais quero encorajar-te que reavives o dom de Deus que habita em ti mediante a imposição das minhas mãos”. II Timóteo 1-6.

Os dons devem ser exercitados para a glória de Deus, em benefício da igreja, e de todos os que necessitam deles. Por isso a imposição de mãos de alguém que tenha autoridade espiritual, pode reavivar os dons graciosos de Deus, fazendo com eles sejam plenamente liberados por esse meio, que é um ato de fé e sinal de autoridade espiritual de quem realiza.

Exercita-se os dons também para curar os enfermos. “Ao cair da tarde, o povo trouxe à presença de Jesus todos os que tinham diversos tipos de doenças e Ele os curou, impondo as mãos sobre cada um deles” Marcos 4-40.

Não foi apenas Jesus quem curou enfermos impondo as mãos. Paulo também orou e impôs as mãos sobre o pai de Públio, governador de Malta, que se encontrava muito enfermo no período em que esteve na ilha impondo sobre ele as mãos e o curou. Após isso, outros doentes da ilha vieram também e foram curados. “Todavia, seu pai (do governador Públio) estava muito enfermo, acamado e sofrendo com febre e disenteria. Paulo, então, foi-lhe fazer uma visita e, logo depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou” Atos dos Apóstolos, 28-8.

Notem que primeiro Paulo orou, depois impôs as mãos e o curou. Partindo dessa premissa, podemos observar que todos nós podemos orar e impor as mãos sobre os doentes e curá-los pelo poder do Nome de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo de Deus. A ordenança do Senhor não citou nomes ou escolheu pessoas especiais para isso. Todos podemos exercitar a nossa fé em Deus e curar pessoas. Basta apenas que tenhamos intimidade com Deus que nos concederá  força e autoridade espiritual para isso.

Em todos esses exercícios de fé, o poder não está em quem ora, e sim no Santo Espírito de Deus. Não está em nossas mãos, e sim na força do Espírito Santo que trabalha em nós, através de nós. Está na fé que colocamos ao impormos as mãos e oramos por quem precisa de oração.

É necessário que o poder do Espírito Santo esteja atuando no momento da imposição de mãos, porque sem isso, nada acontecerá.

Precisamos deixar que o Espírito atue em nós para que mais pessoas possam ser ajudadas e acolhidas em seus sofrimentos. O Senhor se agrada disso.

Honra e glória somente a Ti Senhor!

 

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

A vida e os seus ciclos.

 

Ontem, às 22:04 hs começou a estação mais florida de todas. É notório que temos flores no Brasil o ano todo, entretanto não podemos negar que na primavera o colorido é ainda maior. O Brasil é um país colorido, seu povo é deveras alegre, primaveril e simpático. A partir de amanhã um novo ciclo começa para todos os brasileiros e povos do hemisfério Sul.

            O que podemos aprender com isso? Os ciclos da vida nunca mudam. Estão sempre girando e retornando ao ponto inicial. Depois da primavera chega o verão com muito sol, calor, claridade e também muita alegria. Após o verão vem  o outono. O outono, como as outras estações também tem seus pontos fortes o que faz com que venhamos a distingui-lo logo que ele começa.

            Quando as folhas terminam de cair logo chegará o inverno. Estação um tanto rejeitada, principalmente pelas pessoas que não gostam de frio. Em algumas partes do mundo o inverno é bem rigoroso, inclusive no Brasil em alguns estados, as pessoas sofrem muito com o clima que ele traz. Só que nada podemos fazer. Precisamos vivenciar todo o processo das estações.

            Mas no geral, as quatro estações do ano têm suas gostosuras. No inverno podemos usar roupas quentes, agradáveis, e elegantes, tomar e comer chocolate, o céu antes azul, claro, agora encontra-se cinza, escuro. O sol em sua imensa maioria de dias, estará encoberto pelas nuvens.  

No outono observar as folhas e flores das árvores caindo, é muitas vezes poesia aos nossos olhos. No verão, ficamos alegres porque muitas vezes temos a oportunidade de viajar com a família por tratar-se do período de férias. Tem muito sol o que aumenta nossos hormônios da alegria. E na primavera, ficamos alegres com as flores que encantam todos os jardins e áreas arborizadas das cidades.



            E é desse jeito também em nossas vidas. Assim como aceitamos as estações do ano como um ciclo que vai e vem, devemos também aceitar os ciclos que acontecem durante toda a nossa existência.  Nem sempre haverá flores caindo, nem florindo, nem sempre teremos sol e calor nos injetando os hormônios da alegria e bem-estar, e nem sempre o céu estará totalmente cinza e escuro.

            Os movimentos da terra são os mesmos sempre. O dia começa e a noite também. O dia termina, a noite também. Conosco é igual. Os momentos de angústia chegam e vão, choramos algumas vezes e o choro também cessa, pois, o sol voltará a brilhar e a alegria chegará pela manhã. Sofremos perdas que parece que nunca mais nos recuperaremos, porém tudo passa. Os ciclos se alternam, tudo totalmente sincronizado com o Criador. Como tem que ser.

Precisamos aprender com a natureza que os ciclos precisam ser respeitados. O galo canta na hora certa todos os dias. As flores se abrem para a vida sempre do mesmo jeito. As folhas caem quando tem que cair.  

            E porque será que apesar de racionais e dotados de muitas capacidades, deixamos que o estresse do dia a dia tome conta de nossas mentes? Falta de fé? Alguns dizem que sim. Entretanto, não é isso. Os ciclos da vida, muitas vezes nos levam a muito sofrimento e precisamos estar atentos e buscar o socorro  daquele que pode nos ajudar: Jesus.

            Que possamos aprender com os ciclos da vida. Nós fazemos parte deles. Os animais apesar de irracionais entendem muito melhor desse quesito.

            Vamos encher nossas mentes daquilo que nos traz esperança, mesmo que os momentos estejam difíceis. Encher a mente com coisas boas e do alto, nos fará viver os ciclos que nos são reservados com muito mais tranquilidade e paz.

O Senhor sempre nos enviará a chuva Serôdia, primaveril que normalmente é fora de época, mas que traz tranquilidade aos que esperam pela colheita. Ela amadurece os campos preparando o solo para a coleta dos víveres que alimentarão a muitos. Traz a umidade que a terra precisa para produzir e fazer a planta crescer. Agiremos como as árvores, floresceremos, e frutificaremos onde nos plantar, porque o Espírito Santo de Deus estará nos instruindo. Seremos gratos pelo que temos, e em nós existirá o contentamento que tanto precisamos para sermos gratos ao Senhor por tantas bênçãos.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

 

sábado, 13 de agosto de 2022

O joio e a fornalha ardente, o trigo e o Reino de Deus.

 

Muitos devem saber que o joio e trigo são muito parecidos. Realmente, são quase iguais. Quando os dois se misturam, ficamos sem reconhecer quem é joio e quem é trigo. Entretanto, trigo representa a vida e o joio a morte.

Com o ser humano também é assim. Muitas vezes confundimos os que são semelhantes ao joio com os que se parecem com o trigo.

Se observarmos uma plantação de trigo, logo veremos o joio infiltrado no meio. A única diferença é que o joio quando é amassado, ele vira pó, e o trigo quando amassado ficam a suas sementes em nossas mãos. Sementes essas, que serão replantadas para gerar mais vida através do alimento de primeira.



O joio é muito rígido, nunca se curva, ele é apegado à terra, muito difícil de ser colhido, ele prejudica o trigo e é tóxico para o consumo. Já o trigo, é maleável, se curva com facilidade, é fácil de colher, ele alimenta e dá vida.

O joio é invasor, ele prejudica o trigo, ao disputar com ele os nutrientes do solo, não pode ser consumido por seres humanos. O trigo é rico em fibras insolúveis, vitaminas do complexo B, zinco e potássio. Acelera o movimento intestinal, fortalece o sistema imunológico, é fonte de vitaminas E e B1, e muito mais.

De posse de todas essas informações, com quem gostaríamos de ser comparados? Joio ou trigo? Quando o joio se mistura ao trigo, não conseguimos distinguir quem é joio ou trigo.

O homem comparado ao joio, deve buscar o Espírito Santo em oração para que isso mude, e ele venha a se tornar semelhante ao trigo. Só Deus pode transformá-lo.

O homem comparado ao trigo está do lado de Deus e da verdade, enquanto que o homem comparado ao joio é filho do diabo.

A parábola do trigo e do joio que está em Mateus 13.24, o dono da plantação não deixa que seus servos arranquem o joio do meio do trigo, deixa que eles cresçam juntos esperando a colheita para então retirarem todo o joio, colocá-los em feixes e queimá-los, e o trigo colhido, deve ir para o celeiro.

Analogicamente falando, hoje, o campo em que foi semeado o joio e o trigo é o mundo, na igreja e em todos os lugares trigo e joio vivem juntos, e muitas vezes confundimos os dois.

A boa semente foi semeada por Jesus e representa os filhos de Deus, o joio representa os que pertencem ao Maligno. Assim será no fim dos tempos, quando os anjos do Senhor vierem recolherão de seu Reino todos os que praticam o mal, ou seja, o joio. Serão lançados na fornalha ardente, e ali haverá pranto e ranger de dentes. Mateus 13.41-42.

Essa hora está cada vez mais próxima. O que temos feito para deixarmos de ser joio e nos tornarmos trigo para que não sejamos jogados na fornalha ardente? Ainda temos tempo. Precisamos nos curvar diante do Senhor em oração, sermos menos rígidos, limparmos nossos corações de tudo o que é tóxico, pedir perdão de nossos pecados para que possamos fazer parte da grande família do Senhor e do Seu Reino.

Aquele que tem olhos para ver que leia Mateus 13.41-42, e também esse texto.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

 

 




sexta-feira, 15 de abril de 2022

Resumo dos acontecimentos da Semana Santa.

Já na semana da Páscoa, os chefes dos sacerdotes e mestres da Lei conspiravam para matar Jesus. Nessa mesma semana, Maria irmã de Lázaro unge Jesus com bálsamo de nardo puro, que era uma planta muito aromática e de grande valor. No domingo antes da Páscoa Jesus é aclamado por uma multidão que dizia: “Hosana! Bendito o que vem em O nome do SENHOR! Porém, Jesus já sabia que chegava sua hora, Ele mesmo profetizou a sua morte na cruz.

A hora a que Jesus se referia era o tempo oportuno de Deus para todas as coisas, e não foi diferente para com Seu Filho. Enquanto os mestres da lei conspiravam juntamente com Judas para matar Jesus, Ele e seus discípulos se preparavam para a festa da Páscoa, festa onde se comemorava a saída do povo hebreu do Egito. Essa seria a última que Jesus passaria com seus discípulos, antes da hora de Seu sofrimento e morte.

Jesus ceou com seus amigos, deixando para nós um memorial que é cumprido nas igrejas cristãs de acordo com Suas instruções.  Após a ceia Jesus se retira para orar no monte das Oliveiras, juntamente com os onze, pois Judas já havia se retirado. Jesus ora: Pai, se queres, afasta de mim este cálice; entretanto, não seja feita a minha vontade, mas o que Tu desejas! Lc 22-42.


 

Judas trai a Jesus com um beijo, e Ele é preso, torturado, humilhado e aparece diante do Sinédrio onde se encontravam as mais altas autoridades religiosas e políticas do judaísmo na época. É interrogado por Herodes Antipas, governador da Galileia, e por Pôncio Pilatos, prefeito da Judéia. Não acharam nenhum crime em Jesus e resolveram libertá-lo após submetê-lo a acoites. Como era tradição, por ocasião da Páscoa, eles deveriam pôr em liberdade um detento judeu e todo o povo escolheu Barrabás em detrimento de Jesus. Os pedidos foram tantos, que Pilatos libertou Barrabás e mandou que crucificassem a Jesus de Nazaré, um inocente. Jesus é crucificado, sepultado e ressuscita cumprindo todas as profecias do Antigo Testamento. Aleluia Jesus ressuscitou! Ele vive!

Jesus aparece aos seus discípulos e lhes esclarece o que estava escrito nas Escrituras: “São estas as palavras que eu vos ensinei quando ainda estava entre vós: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”! Lc 24-44.

Após esses fatos, O Senhor os abençoou e retornou a casa de Seu Pai, que também é a nossa casa, onde todos nós, que cremos seremos levados um dia.

Desejo a todos uma feliz ressurreição de Cristo, pois esse é o verdadeiro significado da Páscoa cristã.

     Honra e glória somente a ti Senhor!

 

 


terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

As sete leis espirituais segundo Deepak Chopra - Sexta lei. A lei do distanciamento.

 


Todas as sete leis são muito interessantes e aplicáveis na vida de cada um de nós. Porém, a sexta que é a Lei do distanciamento que nos sugere praticar a fé e o desapego, muito me chamou a atenção, tendo em vista, que quando praticada, nos ajuda a viver minimalisticamente. Ter fé e desapego.

Mas o que é viver de forma minimalista? Se traduz como a iniciativa de ter menos coisas, ou ter apenas as coisas realmente necessárias. É o adotar uma vida mais simples, tentar ser feliz sem acúmulo de posses.



A lei do distanciamento nos induz também a que nos desapeguemos de coisas em excesso e de pessoas rasas e pequenas, aquelas que não nos acrescentam nada, que nos tiram a alegria, o vigor, e sugam as nossas energias positivas tão necessárias a vida, como se estivessem sugando com um canudo em nossa jugular.

Quanto mais possuímos, e convivemos com pessoas tóxicas, mais a nossa vida se torna emaranhada, tal qual a lã que se desprendeu do novelo.

Essa lei nos inspira a buscarmos coisas maiores, tais como a Deus, a espiritualidade, o sobrenatural, o transcendente, o sublime, o poder do alto, a criação. Uma coisa tem a ver com a outra, uma vez que vivendo com simplicidade, e nos afastando daquilo que é tóxico para nós, conseguiremos viver mais plenamente o sobrenatural de Deus. Enquanto uns complicam a própria vida, outros buscam viver a plenitude de Deus. De que lado você está? Vamos experimentar?

Por Sheila Denega.

 

 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

O Natal está chegando. Que alegria!

 

Acho que talvez eu não consiga traduzir em palavras o que sinto quando esse mês adentra ao calendário. Dezembro é mágico! Antes, eu sentia emoções inerentes as crianças. O coração acelerava, a mente se alegrava, e eu vivia todos os trinta e um dias em completo êxtase. Presentes, festas, árvores de Natal, Papai Noel, guirlandas, bengalas para adoçar a vida, panetones, rabanadas deliciosas, e o melhor: ajuntamento dos familiares para festejar essa data tão importante, o nascimento de Jesus. Esse é o verdadeiro motivo de tanta alegria, a vinda de nosso Salvador e Senhor ao mundo.



            Hoje, vivo as emoções de uma pessoa adulta, mas o sentimento é o mesmo. As músicas natalinas me enlevam, me transportam, tomam conta de mim, meu coração se alegra ao extremo, e vivencio o mesmo de quando eu era criança.

Armar a árvore, colocar os brilhantes enfeites, montar um presépio embaixo dela, colocar as luzinhas que piscam e piscam, é mágico. Porém, hoje existe uma diferença, muitas pessoas que participavam dessa minha alegria, não estão mais conosco. Meus avós, maternos e paternos, meu pai, minha mãe, primas. Todos amavam o Natal e se alegravam com ele.

            Na manhã da véspera de Natal eu acordava tão feliz, mas tão feliz que não cabia em mim de contente. Os tempos mudaram, muitos familiares se mudaram de endereço, outros foram morar com Jesus, mas a emoção do nascimento de Cristo continua a mesma. Se Ele não tivesse vindo para nos resgatar, não poderíamos sentir tantos sentimentos lindos que aquecem os nossos corações, principalmente nesse ano tão difícil em que muitos perderam seus familiares de uma maneira que nunca pensamos que veríamos em nosso mundo. Peço ao Senhor que console cada coração que se encontra dolorido nesse Natal sem os seus queridos.

            Agora, todos os anos peço a Deus que ao alvorecer do Ano-Novo eu possa me revestir de humildade, que a soberba não esteja em mim, que o orgulho saia de uma vez de minha vida, que a ira retire-se para nunca mais voltar, que a arrogância dê lugar a simplicidade, que a avareza não chegue até mim, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, que a caridade, o desapego e a generosidade deem lugar a inveja, que a gula se afaste e a moderação entre em seu lugar, que o esforço, a ação, e a força de vontade ocupe o lugar da preguiça e que a vaidade nunca mais volte para perto de mim. De posse dessa blindagem, com certeza agradaremos ao Senhor e todas as virtudes que fazem parte da vida de alguém realmente temente a Deus se achegarão a nós.

Feliz Natal a todos, que o Ano-Novo traga a cura para essa pandemia e que possamos estar cada vez mais próximos de Deus.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

           

           

domingo, 28 de novembro de 2021

Primeiro domingo do Advento.

 

Mas o que é mesmo Advento? O dicionário nos revela que significa aparecimento, chegada, vinda, princípio. Começa hoje, e vai até 24 de dezembro. Ele simplesmente nos remete a vinda de Jesus, o seu nascimento, a Natividade, o momento em que o Messias, O Cristo de Deus, O Ungido do Senhor, veio habitar em nosso meio. É uma data para grandes comemorações. Nasceu Jesus em Belém da Judéia, Aquele que veio em Nome do Senhor para nos livrar das correntes do pecado. É o nosso Salvador!



O Advento não nos remete somente ao nascimento de Jesus, também nos leva a meditar na Sua segunda vinda, quando Ele virá em glória como um ladrão na noite. E para isso devemos estar preparados. Esse é um tempo de mudanças de vida, de  busca por mais paz interior, serenidade, carinho,  atenção com as outras pessoas e consigo mesmo, domínio próprio (não existe momento melhor para isso), equilíbrio nas atitudes e muito mais, de acordo com disponibilidade de quem deseja mudanças sólidas em suas vidas. Mudanças, para que possamos pelo menos um pouco nos assemelharmos a Jesus, e estarmos preparados para a Sua vinda.

A comemoração do Advento nos mostra o caminho das sérias modificações que podemos e devemos realizar para sermos pessoas melhores. Essa época serve para que nos esforcemos para melhorar e amadurecer nossa relação com a fé e com a espiritualidade, nos preparando assim, para a celebração do nascimento de Nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo, que vem ao nosso encontro.

Vale a pena tentar.



“Que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que tendes uns para com os outros e para com todas as pessoas, a exemplo do nosso amor por vós. Que Ele fortaleça o vosso coração para serem irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos”. I Ts 3.12-13.

Maranatha!

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

 

domingo, 17 de outubro de 2021

O cansaço que estressa é de Deus ou do diabo?

 



O dicionário explica o estresse da seguinte maneira: “Reação do organismo a influências nocivas de ordem física, psíquica ou infecciosa capazes de perturbar o equilíbrio interno”.

            Por que será que muitos crentes dizem que nunca ficam estressados e que o estresse não vem de Deus, e sim do Diabo? Com certeza ele não vem de Deus e o Diabo só está envolvido nesse caso quando permitimos que ele se aproxime de nós, através de nossas atitudes erradas perante a vida e como a vivemos. Ele até gosta desse tipo de crente que diz que nunca fica estressado, e que crente só se estressa se estiver afastado de Deus. Com esse pensamento, o Diabo pode tomar conta do crente, tornando-o vítima de suas próprias convicções erradas.

            Como o dicionário afirma o estresse é uma reação do organismo a influências nocivas, e isso não vem do Criador. Só nos estressamos quando deixamos de viver de forma harmônica com Deus, com a natureza e com nós mesmos.

Vamos de encontro ao estresse, assim como vamos de encontro a coisas boas, buscamos ardentemente o estresse, como se ele fosse àquele apartamento duplex objeto de nosso desejo que vai nos possibilitar morar com a segurança de um apartamento, e com o espaço confortável de uma casa grande. Almejamos tanto o estresse como queremos um carro importado cheio de recursos de primeira linha.

            Por que será que fazemos isso? Na maioria das vezes não conseguimos conquistar o tão sonhado carro importado nem o apartamento duplex, mas nos deparamos com o estresse que vem fantasiado de cansaço, fadiga, nervosismo, e doenças das mais diversas e todas de primeira linha, algumas que a ciência ainda nem consegue explicar.

 Quando conseguimos ficar só nisso ainda é lucro. Podemos adquirir coisas bem piores, tais como, depressão, doença autoimune, câncer etc. E tudo isso pode matar. Mas será que um cristão pode adquirir algo tão nefasto? A resposta é surpreendente: sim!

O cristão pode se estressar a ponto de adoecer e morrer. A única diferença do cristão para o não cristão é a salvação. O item salvação ainda poderá resultar em questionamentos, pois fica a seguinte pergunta: por que o cristão não buscou tomar as rédeas de sua vida, transformando-a em algo mais saudável? Por que não estabeleceu prioridades em sua vida para que sua saúde física, espiritual e mental não fosse comprometida? Aí, tem outra pergunta: será que alguém que morre nessas circunstâncias realmente alcançou a salvação? Será que ela teve entendimento suficiente para deixar que seu organismo chegasse ao ponto de adoecer e morrer? Não vamos entrar nesse mérito, porque isso é tema divino, e não nos cabe nenhum juízo de valor.

            Os monges beneditinos, e outros de outras denominações, sabem como dosar a vida monástica com a vida secular, sim, porque apesar de monges, também se envolvem com o mundo, uma vez que estão em contato com pessoas, e respiram o mesmo ar, muitas vezes poluído dos que vivem fora do monastério. Eles vivenciam as mazelas do mundo através do atendimento e aconselhamento que prestam as pessoas que os procuram.

            Se não possuíssem armas para lutar contra isso, estariam também tão estressados, tanto quanto às pessoas que os procuram. A vida não perdoa a quem não sabe se cuidar, e principalmente àqueles que negligenciam seu lado espiritual. Muitos de nós esquecemos de que não somos uma máquina feita de ossos e carne que movidos por adrenalina. Trabalhamos horas a fio sem nenhum descanso. Nossa mente, (alma, psique) também necessita de cuidados. É justamente nessa área que o estresse nos domina, causando o desequilíbrio.  Com a mente em desequilíbrio todo o resto sucumbe.

            Os monges param de cinco a seis vezes ao dia para refazerem suas energias espirituais, cientes de que não somos só corpo. Temos alma e espírito e precisamos lhes dar a devida atenção.

            Anselm Grün em seu livro “No ritmo dos monges” (Grün, 2006, p. 36), compara o “escuro que apavorava as pessoas, ao medo dos abismos da própria alma”. Podemos dizer que o estresse também nos leva a sentir medo, e que ele é o próprio abismo de nossas almas.

            Temos a sensação de total desamparo, sentimos algo, porém não conseguimos explicar o quê, nosso peito aperta e nos sentimos ansiosos com tudo o que há de vir. Com todos esses sintomas, nosso coração dispara, e todo nosso ser entra em colapso. E se vamos ao médico, ele logo nos receita um antidepressivo, ou um ansiolítico, ou os dois, alegando que estamos deprimidos, com síndrome do pânico etc.

            Precisamos entrar em harmonia com nossa triplicidade, corpo, alma e espírito, através do estabelecimento da prioridades das horas. Temos que ter tempo para todas as atividades que temos que desempenhar durante as vinte e quatro horas do dia, sem nos esquecermos de cada parte de nosso ser.

    O corpo precisa de descanso, alimentação saudável, lazer etc. A alma (psique) também necessita de combustível para funcionar com plena capacidade e o espírito precisa estar em contato com as coisas sobrenaturais que vem diretamente de Deus e do contato íntimo com nosso Pai. Devemos ter tempo para orar, para conversar com Deus e expor todos os nossos problemas para Ele.

O maior erro do crente é achar que Deus já conhece todos os seus problemas, e que então não é necessário nada dizer.

            A Bíblia nos fala para pedir que receberemos, diz que precisamos bater para que a porta se abra. Portanto, Deus não é nosso empregado, Ele sabe do que precisamos, pois é onisciente, mas devemos nos humilhar e pedir o que precisamos. Devemos ser explícitos com Deus, abrir nosso coração para que Ele nos ajude. O contato direto e diário com Deus vai ajudar e muito, a que o estresse não se aproxime de nós.

            Em resumo: o crente se estressa e se cansa sim, pode entrar em colapso como qualquer pessoa. Quer que isso não aconteça? Devemos estabelecer prioridades em nossa vida.

Temos que ter momentos de oração, introspecção, que pode ser parar até por somente dez  minutos para meditar, lazer, alimentação correta, descanso, cada coisa em seu devido tempo, para que nosso organismo não adoeça, nossa alma fique saudável e o nosso espírito esteja sempre em paz. E não devemos deixar de prestar auxílio a quem está se sentindo assim. Acho que um pouco de empatia e misericórdia faz muito bem para quem presta esse auxílio, e muito mais para quem está desamparado. Ninguém que esteja se sentindo dessa maneira precisa de dedos apontados para si, e sim de acolhimento.

O estresse não é de Deus e nem do Diabo, é do mundo em que vivemos e de tudo o que estamos inseridos. E somos os responsáveis por tudo o que nos acontece.

O Senhor nos deu o livre-arbítrio para conduzirmos nossa vida da melhor maneira e muitas vezes nós a conduzimos da pior maneira. Pois há, para todas as coisas, um tempo determinado por Deus. Ec.3.

Honra e glória somente a Ti, Senhor!

 

sábado, 16 de outubro de 2021

Oremos por nossos governantes.

 

 



O povo brasileiro, alguns deles, é claro, sente saudade do tempo em que comiam carne, pagavam a gasolina, e o botijão de gás mais baratos. Tal qual o povo de Deus na época em que foram libertos por Moisés da escravidão do Egito.

Ao povo judeu não faltou nada. Deus proveu tudo para eles. Tiveram comida, água, e suas roupas não estragaram durante toda a peregrinação que fizeram. Entretanto, não faltaram murmurações da parte de alguns deles. Preferiam comer cebolas e alhos do que suas liberdades. Poderiam ser livres e viverem no local que Deus escolheu e não era um lugar qualquer, Deus disse: “essa terra mana leite e mel”. Porém os falatórios continuavam: “Quem nos dará carne para comer? Lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito. (O “de graça” deles era à custa de muita chibatada) Que saudade dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos! Mas agora a nossa alma está seca, e não vemos nada a não ser este maná”.  Nm 11-5.

Não é muito diferente do que vivemos atualmente. Estamos vivendo livremente, o país crescendo e se desenvolvendo a olhos vistos. A economia mesmo em meio a uma pandemia cresce, os direitos do povo estão sendo assegurados, enfim, uma época próspera com tendência a crescer muito mais. Nosso Presidente é um homem temente a Deus e a causa humana, e detesta corrupção. Todo o dinheiro que antigamente era gasto com países de ditadores comunistas, está sendo usado aqui para nós, e as reclamações continuam.

A carne está cara? Não compre carne, coma outras coisas que estejam mais baratas. Ninguém é obrigado a comer carne. Se fizerem boicote, ela baixa. É assim em todo lugar, só no Brasil ficam esses rumores infundados. Precisamos acordar enquanto é tempo! Se nós não votarmos corretamente, sofreremos as consequências desse erro.

Os países comunistas estão aí para nos mostrar que comunismo não vale nada. O povo empobrece e os líderes enriquecem. Vimos isso no Brasil. Se algum dia alguém me mostrar algum país de regime comunista que seja próspero, quem sabe em mude de ideia. O comunismo acabou em alguns países onde ele quase os destruiu, com muito esforço eles conseguiram se reerguer. Porém, o que mais me chama a atenção com relação ao comunismo é o ódio que eles têm pelos cristãos. Parece que cristão e comunista são incompatíveis. A grade maioria dos comunistas são ateus, não acreditam em nada, só em sua filosofia falida. Para eles Deus não existe. E ainda existiram aqueles que apregoavam que tinha que ver a economia do país depois. Como se economia e saúde não andassem juntas. É certo que sofreremos as consequências dessa escolha.

Que possamos ser gratos por estarmos vivos, que possamos dar graças ao Senhor se temos o que comer. E que possamos parar de murmurar pelas coisas que com certeza vão aumentar de preço. É muito melhor não comer carne todos os dias e termos liberdade. Oremos por nossos governantes, O Senhor se alegra com isso.

Honra e glória somente a Ti Senhor!

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